A Revista Cozinha Profissionalrealizou no mês de janeiro um pesquisa referente à Hábitos de compa de produtos perecíveis e não-perecíveis. A pesquisa foi realizada junto ao universo de seus assinantes que gira em torno de 10.000 restaurantes em todo o território brasileiro.

Seu principal propósito foi o de identificar e mensurar os seguintes itens:

Quais as principais fontes utilizadas pelos restaurantes para seu abastecimento de produtos perecíveis e não-perecíveis;
Com que freqüência as compras são feitas;
Qual o grau de dificuldade na operação;
Qual a aceitação ou a resistência a produtos perecíveis pré-processados.

Abaixo você vê os resultados, mas se preferir poderá ver no site da Cozinha Profissional os dados abaixo em Gráficos.

Normalmente onde você se abastece de alimentos perecíveis?
Sou atendido diretamente por distribuidores – 71,6%
Em redes atacadistas – 51,4%
Em supermercados e hipermercados – 39,4%
Em mercados municipais – 31,2%
Sou atendido diretamente por produtores – 28,4%
Em feiras livres – 16,5%
Em entrepostos comerciais – 11,0%
Outras maneiras – 7,3%

Com que frequencia você abastece seu restaurante com alimentos perecíveis?
Diariamente – 43,1%
Uma vez a cada dois dias – 26,6%
Uma vez por semana – 13,8%
Uma vez a cada três dias – 13,8%
Outra frequencia – 3,7%

Em sua opinião, qual o grau de dificuldade na compra de alimentos perecíveis?
Médio – 67,3%
Baixo – 20,0%
Alto – 13,6%

Indique, por favor, os motivos da sua escolha no ítem anterior:
Uma grande dificuldade de encontrar no mesmo local alimentos de boa qualidade com bom preço – 56,2%
Não existe um único fornecedor dos produtos que meu restaurante normalmente consome – 55,2%
Falta um centro de distribuição para atender o restaurante nas neces- sidades de alimentos perecíveis, com qualidade e preços justos – 41,0%
As condições comerciais estabelecidas pelos fornecedores não são, na marioria das vezes as melhores – 33,3%
Sou obrigado a me ausentar frequentemente para ir às compras de alimentos perecíveis – 26,7%
Não tenho a quem delegar a rotina de compras de alimentos perecíveis – 25,7%
Outros motivos – 17,1%

Você se utiliza de alimentos perecíveis pré-processados?
Sim – 47,7%
Não – 53,2%

Caso negativo porque?
Os alimentos perecíveis pré processados não tem o mesmo sabor e aspectos dos alimentos in-natura – 49,2%
Os preços dos alimentos perecíveis pré processados são incompatíveis com os dos produtos in-natura – 44,3%
Na minha região não há nenhum fornecedor de alimentos perecíveis pré processados – 18,0%
Não conheço nenhuma empresa que forneça alimentos perecíveis pre processados – 18%
Outros motivos – 16,4%

Normalmente, onde você se abastece de alimentos não-perecíveis?
Em redes atacadistas – 72,8%
Atendido diretamente por distribuidores – 70,9%
Em supermercados ou hipermercados – 43,7%
Em entrepostos comerciais – 13,6%
Faço meus pedidos pela internet – 8,7%
Outra maneira – 3,9%

Com que freqüência você abastece seu restaurante com alimentos não-perecíveis?
Uma vez por semana – 54,5%
Uma vez a cada três dias – 13,9%
Uma vez a cada dois dias – 10,9%
Uma vez por mês- 4,0%
Uma vez a cada quinze dias – 7,9%
Outra frequencia – 8,9%%

Em sua opinião, qual o grau de dificuldade na compra de alimentos não-perecíveis?
Médio – 61,4%
Baixo – 34,7%
Alto – 4,0%

Indique, por favor, os motivos de sua escolha anterior:
Há uma grande dificuldade de encontrar no mesmo local alimentos de boa qualidade com bom preço – 57,9%
Não existe um único fornecedor dos produtos que meu restaurante normalmente consome – 52,6%
Falta um centro de distribuição para atender o restaurante nas neces- sidades de alimentos não-perecíveis, com qualidade e preços justos – 29,5%
As condições comerciais estabelecidas pelos fornecedores não são, na marioria das vezes as melhores – 28,4%
Sou obrigado a me ausentar frequentemente para ir às compras de alimentos não-perecíveis – 17,9%
Não tenho a quem delegar a rotina de compras de alimentos não-perecíveis – 13,7%
Outros motivos – 9,5%

Fonte: http://www.cozinhaprofissional.com.br

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1 Comment

  1. Atenção! em minha cidade Natal descobrí que grandes hipermercados não possuem licença para manipular alimentos, e mesmo assim a COVISA faz vista grossa, é duro ver que só os pequenos é que realmente sofrem as sanções da lei. Se não podemos confiar na COVISA como termos garantias que o que comemos é realmente saudavél? trabalho num destes hipermercados e descubrí que os alimentos chegavam a ser transportados com produtos tóxicos e até veneno,é assim que em nome da boa economia que a saúde do brasileir continuará em crise,o conrrompido sistema sempre ganha e a população perde…

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