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Categorização de restaurantes pela Anvisa. Conheça todos os detalhes.

A proposta de categorização dos serviços de alimentação no Brasil é uma iniciativa pioneira, baseada em experiências bem-sucedidas em várias cidades do mundo, como Nova Iorque e Londres, e em países como Nova Zelândia e Dinamarca.
No Brasil, essa categorização será implementada na forma de um projeto que faz parte das ações previstas para a Copa do Mundo Fifa 2014 no âmbito das iniciativas do setor saúde.

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A categorização tem o objetivo de informar o consumidor sobre as variações existentes em relação à qualidade sanitária dos estabelecimentos de alimentação que estão autorizados a funcionar. Ela consistirá em classificar os restaurantes com base em um instrumento de avaliação elaborado a partir da RDC nº 216/2004, que trata das boas práticas em serviços de alimentação. 

Essa proposta será apresentada aos brasileiros em forma de projeto-piloto que terá duração de dois anos. A categorização dos serviços de alimentação no âmbito do projeto-piloto já estará disponível na Copa do Mundo Fifa 2014 . Irão participar do projeto as seguintes cidades-sede da Copa: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Para estimular a adesão ao projeto, o Governo destinou aproximadamente R$ 5 milhões, que devem ser investidos na capacitação dos profissionais das vigilâncias sanitárias municipais e na aquisição de tecnologia. Os recursos serão repartidos entre as cidades-sedes participantes, de acordo com o número de restaurantes existentes em cada uma delas.

O objetivo da categorização é melhorar o perfil sanitário dos estabelecimentos de alimentação, com a conscientização do cidadão e da responsabilização do setor regulado pela garantia do cumprimento de regras, padrões e protocolos validados pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).

Veja o questionário de avaliação que será utilizado pela Anvisa para a classificação dos estabelecimentos:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/anexo/anexo_prt0817_10_05_2013.pdf

No link a seguir consta a portaria com instruções detalhadas sobre a Classificação dos restaurantes.

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0817_10_05_2013.html

GR – Gestão de Restaurantes

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Procon divulga balanço das fiscalizações em bares, hotéis e restaurantes de Goiânia

Vistoria que aconteceu de quarta-feira a sexta-feira autuou dez estabelecimentos

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Goiás: O Órgão de Defesa do Consumidor de Goiás (Procon Goiás) realizou fiscalização em bares, restaurantes e hotéis da capital goiana entre os dias 27 de fevereiro e 1 de março. Dos 14 estabelecimentos vistoriados, dez foram autuados após o órgão entrar alimentos armazenados de forma incorreta e fora do prazo de validade.

Na sexta-feira (1), quatro restaurantes foram autuados por portarem bebidas, condimentos e carnes com data de validade vencida. Na quinta-feira (28), mais quatro estabelecimentos registraram a mesma situação. Os fiscais apreenderam frango, bacalhau, camarão, queijo, margarina, farinha de trigo, iogurte, refrigerante e água mineral. Por se tratar de alimentos perecíveis, todos os produtos foram incinerados no Aterro Sanitário. Na quarta-feira (27), dois restaurantes localizados no Setor Marista também foram autuados por validade vencida.

Apenas quatro restaurantes registraram situação regular durante as visitas. Em todos eles, os alimentos estavam dentro do prazo e bem acondicionados.  Os fiscais continuam nas ruas visitando estabelecimentos que manipulem alimentos.

Todos os estabelecimentos vistoriados pelo Procon Goiás e que constaram irregulares têm o prazo de até 10 dias para apresentarem defesa junto ao órgão.

Fonte: Diário da Manhã – 04/03/2013

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Anvisa quer criar classificação para bares em cidades-sede da Copa

Anvisa promete iniciar a implantação desse novo sistema no mês de abril. No DF, a Vigilância Sanitária irá colocar selos de qualidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) quer criar uma classificação para bares e restaurantes nas cidades que terão jogos da Copa do Mundo. A Anvisa promete começar a implantação desse novo sistema em abril.
Cozinhas de restaurantes de todo o Brasil têm que cumprir quase 200 regras para garantir a qualidade do alimento. Uma das mais importantes é evitar a chamada “contaminação cruzada”.
“Bancadas devem ser exclusivas para determinados tipos de alimentos. Se você pega uma bancada e faz um processamento de vegetais e depois você faz um processamento de carne, você pode ter uma contaminação cruzada”, explica Manoel Silva Neto, diretor da Vigilância Sanitária do Distrito Federal.


Controlar a temperatura dos alimentos é fundamental – produto quente acima de 60 graus e produto frio abaixo de 8 graus. “Senão corre-se o risco de ter uma multiplicação de micro-organismos que colocam em risco a saúde do consumidor”, orienta o diretor.
No Distrito Federal, a Vigilância Sanitária promete mais rigor na aplicação de 45 regras para começar a classificar os restaurantes e colocar selos de qualidade em local visível.
A intenção é classificar 200 restaurantes para a Copa das Confederações em junho. O projeto da Anvisa é mais amplo: quer preparar bares e restaurantes de todas as cidades-sede da Copa do Mundo.
Vários países já fazem essa classificação. “Os países que já adotam percebem que houve mudança, uma melhora na qualidade higiênico sanitário nos estabelecimentos e, com isso, tiveram a diminuição nos surtos”, fala a gerente-geral de alimentos da Anvisa, Denise Resende.
Nova York
Em Nova York, a cada ano são inspecionados 24 mil restaurantes. Os agentes avaliam a limpeza do local, dos talheres, a temperatura da geladeira, a manipulação da comida, a higiene dos funcionários. Depois dessa avaliação, o lugar recebe uma nota, que deve ficar bem exposta.
Com nota B e C, o local ainda consegue permanecer aberto. Nota D é obrigado a fechar. A maioria tem nota A, pois o estabelecimento que recebe B ou C pede para ser reclassificado.
Fonte: G1

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Falta de higiene fecha 607 restaurantes em São Paulo

imageAlimentos mal armazenados ou sem refrigeração, além de moscas e baratas, causaram interdições

Flagrados por apresentarem condições precárias de higiene, 607 restaurantes, lanchonetes e mercados, entre outros estabelecimentos, foram interditados pela Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo no ano passado. O número é 20% maior do que em 2010, quando ocorreram 505 fechamentos temporários. Os agentes sanitários chegaram a esses locais após denúncias da população e inspeções de rotina.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), as interdições ocorrem quando são identificados problemas como alimentos com a validade vencida ou estocados em locais sem ventilação ou refrigeração adequada ou ainda infestados de insetos, principalmente baratas e moscas.

A multa ao estabelecimento vai de R$ 100 a R$ 50 mil, dependendo da infração. Em casos de interdição, a reabertura só é permitida após a situação ser regularizada. A SMS não soube informar o motivo do aumento, mas afirma que um local pode ter sido alvo de mais de uma blitz.

A Vigilância Sanitária atua, muitas vezes, em conjunto com o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), que prende em flagrante quem estiver vendendo comida estragada e sem origem de fabricação. No último dia 7, mesmo sem apresentar falhas de limpeza, o restaurante Ritz, na Alameda Franca, Jardins, foi acusado pelo DPPC de armazenar comida com prazo de validade vencido. Foram recolhidos 280 quilos de peças como queijos, pancettas e leite de cabra impróprios para consumo. Um gerente foi preso. Procurada pelo JT, a assessoria do restaurante não respondeu.

A professora Avany Bon, coordenadora da Faculdade de Nutrição da Universidade Anhembi Morumbi, alerta que alimentos vencidos ou armazenados de forma imprópria podem provocar infecção e intoxicação alimentar, causando diarreia e vômito. Em casos graves, podem levar à morte por desidratação. “Um alimento vencido ou que foi malconservado pode conter um número maior de micro-organismos, bactérias, vírus, ou fungos, que podem causar um distúrbio gastrointestinal.”

O delegado Marcelo Jacobucci, titular da 1ª Delegacia de Saúde Pública do DPPC, diz que o que mais se apreende são queijos estragados. E, segundo ele, foi detectado que quem mais guarda comida estragada são mercados, padarias e restaurantes. “Só no ano passado foram 110 toneladas de comidas assim”, lembra Jacobucci.

Fonte: O Estado de São Paulo – 10/02/2012

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Bares e restaurantes terão que obedecer normas durante a Copa 2014

imageOs bares, restaurantes e empresas do setor alimentício de Fortaleza terão que se adequar às exigências da norma 15.635 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que prevê práticas seguras no preparo da comida.

Além da capital cearense, todas as outras cidades-sede da Copa de 2014 precisam cumprir a determinação. Os empresários devem atender cerca de 600 mil turistas em todo o Brasil.

Em todo o país existe 1 milhão de estabelecimentos comerciais que servem refeições, de acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Para passar pelo crivo da ABNT e obter o certificado as empresas têm que atender a exigências no processo de produção que preveem higienizar hortifrutigranjeiros e tratar termicamente os alimentos.

A coordenadora da Comissão de estudos de Segurança de Alimentos da ABNT, Brigitte Bertin, afirma que se todas as etapas forem cumpridas, o risco de contaminação ou de causar problemas à saúde do consumidor será mínimo. Entidades como o Sebrae, oferecerão consultorias, já a partir deste ano para que os proprietários de estabelecimentos se não tenham prejuízos na época do mundial.

Fonte: http://www.alimentacaoforadolar.com.br

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