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Temakeria amplia cardápio e se reinventa para não sair da moda

Quando abriu uma pequena loja no bairro carioca do Leblon, em dezembro de 2006, o empresário Michel Jager acreditava que o temaki (um sushi em formato de cone) viraria moda. Ele estava certo. Sua empresa, a Koni Store, conseguiu aproveitar bem essa onda: promoveu uma expansão rápida pelo modelo de franquias e conquistou um sócio de peso, o Grupo Trigo (antigo Grupo Umbria, dono das redes Spoleto e Domino’s).

KONI STOREMas quando a maré baixou e muitas temakerias fecharam as portas, Jager percebeu que seria difícil sobreviver com a venda de um único produto. Por isso, a rede Koni Store adicionou outros itens da culinária japonesa ao seu cardápio e agora começa a diversificar também seus modelos de loja. “Só assim podemos continuar a crescer”, diz Jager.

“Já existiram vários modismos no setor de alimentação e haverá ainda muitos outros”, comenta Ricardo Daumas, diretor de foodservice da consultoria GS &MD – Gouvêa de Souza. “Nesses casos, acontece sempre a mesma coisa: o mercado cresce mais do que deveria e depois se vê forçado a fazer ajustes até chegar a um ponto de equilíbrio.”

A vantagem da Koni Store foi ter sido uma das primeiras temakerias do Rio de Janeiro. A localização do primeiro ponto, bem no coração da zona sul carioca, também ajudou a divulgar a marca e o conceito do negócio.

Além disso, Jager tinha experiência no mundo dos negócios. Apesar da pouca idade (era uma jovem de 25 anos quando abriu a temakeria), ele já havia sido franqueado de uma rede de concessionárias e acabara de se formar em desenho industrial. O design e o cuidado com a gestão fizeram a Koni Store se destacar da concorrência.

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Três meses após a inauguração, a Koni Store formatou um modelo de franquia para atender a pedidos dos interessados em replicar seu modelo de negócio. Em 12 meses, vendeu 12 lojas. Entre os novos franqueados, havia uma empresária que também possuía uma unidade do Spoleto. Foi ela quem apresentou a Koni Store aos donos do GrupoUmbria (hoje, Grupo Trigo).
“Eles se interessaram pelas temakerias, que tinham um apelo de culinária saudável”, afirma Jager. “E quando fizeram uma pesquisa com os consumidores, nossa empresa foi a mais lembrada.”

Em 2008, o Grupo Trigo comprou 80% da Koni Store. Na época, o temaki ainda era a bola da vez no setor de alimentação e a empresa não parava de crescer. Ao se tornar parte de um grande grupo, a rede ainda conseguiu reduzir seus custos administrativos e fazer negociações mais vantajosas com os fornecedores – o que ajudou a empresa a sobreviver à crise que estava por vir.
Em 2009, assim como ocorreu com outras empresas do ramo, a Koni Store viu seu faturamento cair. Ao observar o mercado e perceber que muitas temakerias estavam quebrando, o alarme soou. “Uma empresa monoproduto é fadada ao efeito modismo”, reconhece Jager. “Quando a moda passa, ela perde a relevância.”

Ainda que fosse maior que seus concorrentes, a Koni Store se viu forçada a inovar para não morrer. Foi então que o cardápio, antes restrito aos temakis, ganhou novos pratos da culinária japonesa.

A mudança surtiu efeito. O tíquete médio das lojas, que era de R$ 18 com os temakis, passou a R$ 25 com os novos pratos. Os consumidores também passaram a frequentar a loja mais vezes por semana e as unidades ganharam um público mais amplo. “Antes o nosso público era basicamente formado por jovens. Com um cardápio mais variado, atraímos também quem procura uma refeição saudável para o almoço de trabalho, por exemplo.”

Ao redefinir o conceito do negócio, a Koni Store passou a concorrer com redes de culinária japonesa já bastante estabelecidas no mercado, como a Gendai, e a brigar por espaço nas concorridas praças de alimentação dos shopping centers. A saída foi criar novos formatos de loja para dar continuidade à expansão.

Além do formato convencional (uma loja de 80m2, que exige a contratação de mais funcionários e investimento inicial de R$450 mil), os interessados em abrir uma franquia da marca podem optar por lojas mais compactas (com área mínima de 25m2 e investimento de R$ 340 mil) ou uma espécie de loja mista, no conceito store in store. Neste formato, um mesmo espaço será dividido por dois ou três balcões das empresas do Grupo Trigo.

A Koni Store encerrou 2011 com 34 lojas em funcionamento, 10 novas lojas com contrato assinado e receita de R$ 44,4 milhões. Para 2012, o foco é expandir a marca em São Paulo e no Nordeste.  “O nosso desafio sempre foi manter um crescimento acelerado e consistente”, afirma Jager.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/

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Como aproveitar o verão para seu restaurante vender mais

Com a chegada do verão tornando os dias mais longos e a temperatura elevada, restaurantes podem aproveitar o bom momento e adotar estratégias para vender mais.

Sair do serviço e encontrar o sol ainda radiante é um chamariz para aproveitar o calor e tomar uma cerveja com os amigos. Os Restaurantes e bares podem aproveitar este momento de happy our para alavancar suas vendas realizando modificações no cardápio e promoções para atrair os clientes.

Veja algumas dicas selecionadas pela GR que podem melhorar sua receita para este verão

Cardápio direcionado

No verão os clientes procuram alimentos mais leves e bebidas mais refrescantes, uma boa estratégia é colocar estes itens em destaque no seu cardápio. Aproveite o verão para lançar um novo cardápio, posicionando pratos estrategicamente para vender mais no happy our.

Bebidas mais refrescantes

Bebidas como sucos e coquetéis oferecem um excelente margem de lucro. Inove seu cardápio com sucos refrescantes principalmente à base de abacaxi, kiwi, limão e maça verde acompanhados de hortelã e gengibre que proporcionam uma sensação refrescante. Milk shakes alcóolicos serão a grande novidade para este verão, principalmente para o público feminino. Além disso não devemos nos esquecer da brasileiríssima caipirinha, servida como muito gelo.

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Pratos mais leves

Para curtir um happy our um petisco leve é a pedida certa. Incremente seu cardápio com pratos leves como tábuas de frios, torradinhas acompanhadas de pastas e tahines e crepes à base de frango e peixe são boas opções para os dias quentes. Saladas acompanhadas de salmão e coalho compõem um prato nutritivo e leve para os que não pretendem exagerar na alimentação.

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Promoções

Explore os dias menos movimentados oferecendo descontos ou rodada dupla de chopp entre horários pre-determinados.

Nem todos sabem que seu restaurante tem um happy our. Invista na divulgação principalmente em empresas da redondeza,  pelas redes sociais e através de banners no estabelecimento.

Fonte: GR Gestão de Restaurantes

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Mudanças no cardápio do restaurante podem incentivar consumo saudável e aumentar lucro

Alimentos saudáveis no cardápio podem aumentar lucro do restaurante

20082014Simples mudanças feitas nos cardápios dos restaurantes podem incentivar o consumo de alimentos mais saudáveis e ainda aumentar o lucro do negócio, segundo Brian Wansink, autor do livro Slim by Design e diretor do Food and Brand Lab da Universidade Cornell.

Em artigo publicado pelo International Journal of Hospitality Management e comentado no site da Fast Company, Wansink defende que dar destaque para as opções saudáveis, com margens de lucro maiores, impactaria positivamente sobre a saúde dos frequentadores do restaurante e ainda na saúde financeira da indústria de alimentos.

O desafio é chamar a atenção para os itens menos calóricos – muitas vezes o consumidor já pega o cardápio com o prato que pretende pedir na cabeça. Segundo o especialista, existem pesquisas que mostram como os estabelecimentos podem usar cores mais ousadas e gráficos para chamar a atenção dos clientes para as opções mais saudáveis.

Um dos "truques" para chamar a atenção é colocar entradas com preços mais baixos ao redor dos pratos mais caros. É uma forma de fazer com que o cliente compare os preços dos pratos e se estiver em busca de uma opção mais barata, a pessoa pode ser influenciada pelo preço.

Wansink também aponta que o cliente lê o cardápio do mesmo jeito que lê revistas. Por isso, colocar opções saudáveis nos quatro cantos pode ser uma forma de chamar a atenção do cliente. O especialista destaca ainda o poder das palavras – alguns estudos indicam que as palavras usadas para descrever um prato podem impulsionar as vendas em até 27%. Ou seja, os donos de restaurantes poderiam usar descrições mais elaboradas para os pratos mais saudáveis e não deixar os melhores adjetivos apenas para as comidas menos saudáveis.

Em relação ao aumento das margens de lucros, o especialista afirma que os alimentos mais saudáveis tendem a ser mais fáceis de preparar e ainda têm margens maiores. Uma salada Ceasar pode ter o mesmo preço de um cheeseburger, mas o custo do preparo é menor.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/

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O segredo para aumentar a receita do seu restaurante pode estar na palma da sua mão

Os smartphones vieram para fazer uma revolução no modo como as pessoas comunicam entre si. Com os smartphones, houve uma mudança de comportamento no estilo de vida do brasileiro.

10072014Desde a substituição do antigo despertador para o alarme do celular, até mesmo a checagem de e-mail e incontáveis aplicativos desenvolvidos para os mais diversos objetivos. A interatividade propiciada pelos smartphones despertou também o interesse das empresas que descobriram com esta nova tecnologia uma importante alternativa para estreitar o relacionamento com seus clientes e aumentar o faturamento do estabelecimento utilizando o seu próprio aplicativo. Mas de que forma seu restaurante pode ser beneficiado com um aplicativo para celular?

Os aplicativos para smartphones oferecem uma grande interação com o usuário, seja para editar fotos, ler notícias ou até mesmo acessar sua conta bancária. Para restaurantes os benefícios são muitos. A GR teve acesso a um aplicativo feito exclusivamente para restaurantes, desenvolvido pela empresa Neemo que nos disponibilizou mais detalhes sobre seu funcionamento e benefícios.

Segundo Lucas Marcomini, da Neemo, o aplicativo proporciona uma série de funcionalidades fazendo assim uma interação entre cliente e restaurante, proporcionando desta forma uma serie de benefícios para ambos. Outra vantagem para bares e restaurantes é a personalização de telas, botões e ícones com a marca e identidade da empresa.

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O app, como vamos chamá-lo a partir de agora, disponibiliza todo o cardápio do restaurante para o cliente e como não bastasse é possível ainda habilitar um recurso que permite que sejam feitos pedidos e pagamento (via PayPal) pelo smartphone. O cliente tem também acesso a uma série de informações como agenda e programação do restaurante, fotos dos pratos e do local, informações como endereço e horário de funcionamento e um canal exclusivo com o restaurante, que pode ser acessado para enviar sugestões ou críticas. Outra funcionalidade muito interessante oferecida pelos smartphones é a “Push Notification” que permite enviar notificações para o usuário do smartphone. No caso deste app, os clientes podem receber informações sobre promoções ou sobre a programação do seu estabelecimento e o melhor de tudo é que não há nenhum custo para o envio destas mensagens.

Para o restaurante as vantagens são muitas, afirma Lucas, da Neemo. A disponibilidade de um cardápio sempre à mão do cliente independente de onde ele esteja abre um novo leque de mercado para o restaurante. Outra grande vantagem é atrair o cliente para seu estabelecimento em dias de pouco movimento enviando mensagens diretamente para o celular informando sobre promoções exclusivas. Por fim, a possibilidade de fornecer ao cliente um canal de comunicação direto com seu estabelecimento permite receber informações importantes para avaliar a satisfação dos clientes com o seu empreendimento.

A utilização do app é bem fácil e intuitiva, tanto para o cliente quanto para o gerenciamento das informações pelo restaurante.

Ter a tecnologia como aliada para fortalecer a marca do seu empreendimento, aumentar seu mercado ou fidelizar clientes já é uma realidade e está ao alcance de todos, ou melhor, na palma da sua mão.

A Neemo ainda nos enviou dois cases que mostram os detalhes de como ficam o resultado da personalização dos aplicativos para um bar ou restaurante.

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“A GR conseguiu junto à Neemo um desconto especial para seus leitores neste mês da Copa. Na contratação do aplicativo on-line, será concedido um desconto de R$ 100,00. Para receber o desconto basta digitar a palavra “HEXACAMPEÃO” na página de contratação do aplicativo clicando aqui.”

Colaboração:
imageNEEMO – DESENVOLVIMENTO MOBILE SOB MEDIDA
Site: http://www.neemo.com.br
E-mail: comercial@neemo.com.br
Tel: (014) 3274-2087

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Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do concurso “Melhores Quilos do Brasil”

Concurso idealizado pela Unilever Food Solutions e realizado em parceria com Abrasel elege os melhores pratos de restaurantes por quilo do País

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Restaurantes por quilo já podem se inscrever no maior festival gastronômico voltado para este segmento realizado no país. As inscrições da terceira edição do concurso "Melhores Quilos do Brasil" estão abertas e vão até 31 de julho. Visibilidade nacional e reconhecimento do mercado, dos clientes e da imprensa estão em jogo: cada estabelecimento pode participar com até cinco pratos diferentes e ter a chance de ser premiado como o melhor na categoria. A ação, idealizada pela Unilever Food Solutions, é realizada em parceria com a Abrasel e conta, este ano, com a parceria da Sodexo.
“Nosso objetivo é atuar como valorizadores do trabalho de cozinheiros e estabelecimentos por quilo, que representam a cultura do nosso país ao fazerem parte do dia a dia de milhões de brasileiros. Queremos contribuir para o desenvolvimento desses restaurantes e seus profissionais para que tenhamos um mercado cada vez mais excelente e inovador”, diz Ricardo Marques, vice-presidente da Unilever Food Solutions.
O Concurso tem abrangência nacional e três etapas para escolher os melhores pratos de restaurantes por quilo do Brasil: a 1ª por voto popular, com a avaliação de clientes, a 2ª etapa com a avaliação de chefs da Unilever Food Solutions e da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) das receitas dos 10 restaurantes mais votados pelos clientes, quando escolherão os três melhores para a final; e a última etapa, que consistirá em uma visita criteriosa a estes estabelecimentos finalistas, quando os chefes provarão o prato e avaliarão aspectos de infraestrutura, segurança dos alimentos e aparência do restaurante.
“O restaurante por quilo é uma invenção dos brasileiros e está presente no dia-a-dia da maior parte da população. Percebemos no ‘Melhores Quilos do Brasil’ uma oportunidade de valorizá-los, de colocá-los na posição de destaque que merecem”, comenta Paulo Solmucci Junior, presidente executivo da Abrasel. “Os resultados do Concurso em 2013 foram surpreendentes e apostamos que a segunda edição terá um poder de mobilização e transformação dos restaurantes ainda maior. Este ano, além dos pratos, os chefs também farão uma análise da operação do restaurante com foco na segurança dos alimentos. É uma oportunidade de incentivar que estes estabelecimentos adotem melhores práticas”, completa.
A primeira edição do concurso, realizada em 2013 em 16 cidades brasileiras, recebeu um total de mais de 117 mil votos aos 1.032 restaurantes participantes e 3.316 receitas inscritas. Os números surpreendem, mas o “Melhores Quilos do Brasil” tem metas ainda mais ousadas para esta edição. “Queremos ir além do número de participantes e pratos inscritos. Sabemos de toda a dedicação e história por trás de cada cozinheiro e estabelecimento e nosso objetivo é compartilhar a emoção e o trabalho em equipe que existe nos bastidores de todo esse movimento. Cada refeição é um momento de experimentação e acreditamos na força que os restaurantes por quilo têm de contribuir por refeições memoráveis”, diz Ricardo Marques.
Para expor as histórias e um pouco dos sentimentos que norteiam esses profissionais, a Unilever Food Solutions lançou um vídeo que retrata o Concurso “Melhores Quilos do Brasil” e a maneira que ele é visto por aqueles que ajudam a construí-lo. Assista aqui.
“Sermos parceiros da Unilever Food Solutions e da Abrasel neste projeto reforça o compromisso da Sodexo de proporcionar crescimento e desenvolvimento aos seus estabelecimentos credenciados, que atendem a milhões de trabalhadores que fazem suas refeições fora de casa diariamente. Temos certeza de que esta iniciativa gerará visibilidade, novos clientes e mais faturamento para todo o setor de food service no Brasil”, afirma Alberto Weisser, diretor de Estabelecimentos da Sodexo Benefícios e Incentivos.

Como participar
Os estabelecimentos interessados em participar do “Melhores Quilos do Brasil” devem realizar sua inscrição pelo telefone 0800 275 8375. Cada restaurante pode cadastrar até cinco pratos diferentes no Concurso.

Fonte: http://www.abrasel.com.br

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10 Dicas para aprimorar o cardápio do seu restaurante

Aprenda técnicas para manter um cardápio com boa apresentação para vender mais.

 

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O prato pode ser bonito e delicioso, mas o cliente só pede se o menu o convencer

Os empreendedores do setor de bares e restaurantes enfrentam desafios adicionais em relação a outras áreas do comércio. Para começo de conversa, eles têm de cumprir uma série de normas da vigilância sanitária. Afinal, alimentos são um produto delicado e tanto podem significar saúde quanto doença. Comida também não é uma peça de roupa, que tem prazo de validade determinado apenas pela moda e pela estação e não estraga como feijão. Enquanto quem quer uma calça pode experimentar várias peças antes de comprar, em um restaurante o consumo é lá mesmo e não dá para provar vários pratos antes de optar por um. Por esse motivo, o cardápio é um dos aspectos mais importantes para quem atua no ramo e espera que o cliente se farte da entrada à sobremesa, em vez de pedir apenas uma água e ir embora.

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Considerado um dos melhores jornais do mundo, o The New York Times publicou recentemente uma ampla reportagem com conselhos úteis para tornar o menu de um restaurante mais eficiente – ou seja, que convide o cliente a gastar e a voltar outro dia para experimentar outros pratos. É o que o Times chama de “psicologia do cardápio”. O Empreendedores resumiu e adaptou cinco dicas para você. Confira.

Família

Quem possui um restaurante quase sempre tem no seu cardápio alguma receita que está na família há anos. Segundo o jornal, é uma pena que muitos não deixem isso claro para o cliente, pois as pessoas tendem a valorizar e considerar especiais as receitas mais caseiras que fizeram sucesso numa família. Portanto, é bom dar nomes como “Galinhada do Tio Chico” ou “Pudim da Mamãe”.

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Evite usar cifrões ou o símbolo da moeda, o R$. Use apenas os números, como “20”, “30”, sem a vírgula para centavos. Não se sabe exatamente por que dá certo, mas dá, garante o engenheiro de cardápio (sim, essa profissão existe nos Estados Unidos) Greg Rapp. “Faz 25 anos que tiro cifrões de cardápios”, diz. Mas, sempre que possível, evite também os números redondos. Portanto, “19” é melhor que “20”, e “29” é melhor que “30. Se você quiser ou precisar usar centavos, evite o 19,99. Segundo os especialistas, isso está superado e causa no cliente a impressão de que você está sendo melodramático. Prefira 19,75. Melhora. Coloque também o preço no final da descrição e nunca dê destaque para ele.

Literatura

Descreva o prato, faça literatura, mesmo que seja um prosaico contrafilé com fritas, o qual poderia ficar mais ou menos assim no seu menu: “Bife magro, fresco, de 250 gramas, grelhado no ponto que você escolher, com batatas palito, fritas em óleo novinho, e sequinhas.” Trocando em miúdos, não perca a oportunidade de fazer propaganda dos seus pratos antes que o cliente escolha. Todo menu é, em potencial, uma ferramenta de propaganda e marketing. Por que não usá-la? Além disso, pesquisas mostram que o cliente tende a se sentir mais satisfeito e a achar a comida mais saborosa se ele leu antes a descrição, que o induz a

Chamariz

Consultores de cardápio norte-americanos ouvidos pelo Times recomendam o uso do que eles chamam de “chamariz”, com o objetivo de fazer o cliente pedir os pratos mais lucrativos e/ou mais caros. Uma das estratégias é colocar no topo da lista o prato mais caro. Desse modo, os seguintes causam a sensação de serem baratos. Pesquisas mostram que a maioria dos clientes tendem a escolher um prato de preço intermediário, nem os mais caros nem os mais baratos. Por isso, se você quer aumentar as vendas de um determinado item mais lucrativo, coloque-o no cardápio – com uma descrição bem apetitosa – perto de um prato mais barato, mas com menos descrições e adjetivos. Os especialistas garantem que isso induz o cliente a escolher o mais caro.

Aparência

Esta dica implica gastar um pouco mais, mas vale a pena. Os especialistas afirmam que um cardápio deve imitar a aparência (o chamado “layout”) dos jornais e revistas, que destacam por meio de fotos e tamanhos das letras aquilo que se pretende chamar mais atenção. Por esse motivo, compensa o investimento contratar os serviço de um designer editorial para fazer o layout do seu menu. Mas cuidado: há muita gente por aí que se diz profissional da área simplesmente porque domina os programas de computador específicos para isso. O bom designer, na verdade, precisa ter senso estético e entender de artes gráficas. Os programas de computador são apenas uma pequena parte do trabalho. Um bom profissional vai saber também que cores escolher e nunca vai usar roxo ou cinza, por exemplo, que tiram o apetite. Já o vermelho e o amarelo aumentam a fome. O Times, no entanto, aponta uma exceção: jamais use fotos no seu cardápio se seu restaurante for de alto padrão.

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10 restaurantes especializados em uma única comida

Já imaginou um restaurante onde tudo leva maionese? E que tal um café em que todas as receitas têm um toque de Nutella?

Para investir em qualidade e se diferenciar no concorrido mercado de alimentação, muitos empresários abrem lojas ou restaurantes especializados em apenas um prato ou com um ingrediente principal como chamariz. Essa tendência monotemática já chegou ao Brasil com o lançamento de empresas especializadas em brigadeiros, brownies, pães de mel, macarons e waffles.

Em outros países, porém, essa tendência inclui propostas inesperadas, como um restaurante cujo cardápio é especializado em maionese (nem as sobremesas escapam). O site Buzffeed compilou alguns desses estabelecimentos e suas especialidades.

1. S’mac – Nova York, Estados Unidos

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Macarrão com creme de queijo e outros acompanhamentos são a atração do S’mac (Foto: Divulgação)

Esse café oferece um cardápio recheado com opções de macaroni and cheese, um prato tipicamente americano de macarrão com molho de queijo. São vários tipos de recheios e opções veganas.

2. Madd – Londres, Inglaterra

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O Madd foi criado para os loucos por manga (Foto: Divulgação)

Loja de sobremesas que usa a manga em todos os seus produtos: milkshakes, sorvete, doces e até drinks.

3. Oatmeals – Nova York, Estados Unidos

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No Oatmeals, a aveia integra todos os pratos (Foto: Divulgação)

Outro café em que todos os pratos vêm acompanhados de aveia, desde simples tigelas de frutas a pratos mais complexos e sanduíches.

4. Rice To Riches – Nova York, Estados Unidos

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Estilo de sorveteria, mas com opções de pudim de arroz (Foto: Divulgação)

A loja tem a estrutura de uma sorveteria, mas, em vez de sorvete, oferece diferentes tipos de pudim de arroz. Você ainda pode montar potes com seus sabores favoritos.

5. Xooro – lojas espalhadas pela Califórnia, Estados Unidos

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Clientes podem achar diversos tipos de churros na rede Xooro (Foto: Divulgação)

A rede só vende versões de churros, com recheios como Nutella, doce de leite e coberturas como chocolate ao leite e meio amargo.

6. Peanut Butter & Co. – Nova York, Estados Unidos

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A Peanut Butter & Co. é especializada em manteiga de amendoim (Foto: Divulgação)

Outra delícia americana ganhou uma loja para chamar de sua. Ela serve 20 tipos diferentes de sanduíches e 10 sobremesas recheadas com manteiga de amendoim.

7. Nutelleria – diferentes localidades, principalmente na Europa

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A Nutelleria acrescenta o seu famoso creme de avelã em todas as receitas (Foto: Divulgação)

Essa cadeia de cafés oferece muitas opções de comida e bebidas, todas com um toque de Nutella, famoso creme de chocolate e avelã.

8. Cereality – Dallas, Estados Unidos

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Cereais matinais são a atração principal do Cereality (Foto: Divulgação)

Restaurante com diversas marcas de cereais matinais, que os clientes podem combinar com outros acompanhamentos, como frutas, nozes e até doces.

9. Chobani Soho – Nova York, Estados Unidos

O Chobani mistura iogurte grego com diferentes acompanhamentos (Foto: Divulgação)

Esqueça o frozen yogurt e o sorvete. Nessa loja, o rei é o iogurte grego e sua combinação com diversos acompanhamentos.

10. Mayo Restaurant ou Mayokichi – Tachikawa, Japão

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Detalhe dos potes de maionese personalizados pelos clientes (Foto: Divulgação)

Restaurante especializado em maionese, um condimento adorado por muitos japoneses. Além dos diversos pratos – incluindo sobremesas – com o ingrediente, o local oferece um serviço como um “clube da maionese”, em que guarda o pote personalizado de maionese de cada cliente.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

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Restaurantes driblam preços com criatividade

A escalada de preços de alimentos está tirando o sono não só de quem frequenta as feiras e supermercados de Belo Horizonte. Os restaurantes e buffês estão tendo que usar a criatividade para driblar a alta de preços nos balcões. Substituir as receitas dos cardápios, diminuir os ingredientes e trocar os fornecedores são algumas alternativas. O caqui, por exemplo, tem ganhado parte do espaço do tomate. A vagem foi substituída pela cenoura em alguns pratos e o molho de maracujá pelo de alcaparras.

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O restaurante Paladino, na Pampulha, está há 11 anos no mercado. “Em todo esse período, nunca havia visto uma alta tão constante assim no preço dos alimentos”, afirma Marcelo Haddad, proprietário do Paladino. Os produtos que tiveram maior alta de preço nos últimos tempos, como brócolis paulista, batata, cenoura, couve-flor e tomate, perderam lugar no restaurante. No lugar entraram chuchu, quiabo, jiló, taioba, couve, abobrinha e moranga. “Passamos a usar legumes mais mineiros e um mix de folhas produzidas na própria horta do restaurante”, diz Haddad. Outra alternativa usada pelo restaurante tem sido buscar novos fornecedores e fazer a cotação nos sacolões semanalmente.

O tomate recheado com champignon chegou a ficar quase dois meses fora do cardápio do restaurante Couve-Flor, em Lourdes. “Paguei R$ 130 pela caixa com 20 quilos de tomate, sendo que o valor normal é na faixa de R$ 40. Só agora que o preço voltou a cair”, afirma Alice Coelho de Assis, dona do restaurante. A vagem também ficou fora do cardápio por alguns dias. “Em vez de vagem com ovo, passei a servir cenoura com ovo. Até mesmo a couve-flor, que não posso deixar de servir, por causa do nome do restaurante, fiquei sem por uns dias”, diz Alice.

Buscar os legumes diretamente na Ceasa Minas foi a alternativa encontrada por Nélia Ferreira, dona do restaurante Saatore, em Lourdes. “Lá costuma ser 40% mais barato do que o valor cobrado pelo fornecedor”, afirma Nélia. Como o restaurante trabalha com pratos à la carte, ela passou a sugerir linguine a quatro queijos, em vez de espaguete ao molho de tomate. “O preço do cardápio continua o mesmo. Então substituímos algumas receitas”, observa Nélia.

Fonte: http://www.em.com.br

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Aplicativo permite que turistas entendam cardápios brasileiros

O aplicativo para tablets e smartphones capta a imagem do cárdapio em português e traduz para a língua do turista.

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Você têm acompanhado na série Vamos Fazer Bonito, a saga dos turistas pelas cidades que vão sediar a Copa no Brasil.E na hora que bate aquela fome? será que eles conseguem entender o cardápio de comidas brasileiras? O Márcio Carneiro, do Maranhão, pensou numa solução para esse problema.

"A ideia do Babel surgiu a partir de um problema. um problema que até mesmo o fantástico mostrou com a série da glorinha, ou seja, os turistas . A questão da língua é uma barreira importante que tem muitas dificuldades a serem resolvidas", explica.

O aplicativo para tablets e smartphones capta a imagem do cárdapio em português e traduz para a língua do turista.

"O turista chega num restaurante, recebe o cardápio e não consegue entender nada. então, se ele tem o aplicativo e aquele restaurante participa do sistema ou é associado ao sistema, aquele conteúdo vai estar no servidor. então, ele basta apontar a câmera pro cardápio e ele vai ouvir aquele conteúdo na língua dele".

A tecnologia do aplicativo já está pronta, mas a previsão é que ele só esteja disponível até a copa do mundo.

A ideia seria para a Copa como um teste e pra olimpíada podendo disponibilizar com várias línguas que teria uma demanda muito maior.

“Eu acho que todo mundo que já passou a dificuldade de estar em outro país, enfrentar uma barreira lingüística, sendo num restaurante, viu como é difícil. então, eu acho que a gente tem que se colocar no lugar desse visitante. e, se a tecnologia poder ajudar, acho que ela deve ser utilizada”.

Assista ao vídeo em: http://g1.globo.com/fantastico/quadros/canal-f/noticia/2013/05/aplicativo-poder-auxiliar-turistas-com-cardapios-de-comidas-brasileiras.html

Fonte G1

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