Categoria: Marketing

28 dicas para a elaboração de um cardápio profissional

O cardápio é uma peça fundamental do restaurante, é ele que apresenta os produtos e divulga a casa para o cliente. É preciso ter cuidados especiais no planejamento de cardápios.

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São necessários para quem planeja:

1 Definição de cor

O cardápio faz parte do restaurante, portanto sua cor/estilo /estética/design gráfico deverá ter alguma relação com a decoração do ambiente.

2 Definição do tipo de letra

Deve-se levar em consideração a luminosidade do restaurante; o tamanho e o tipo de letra são importantes.

3 Tipo de papel

Deve ser resistente e sem brilho para facilitar a visualização.

4 Definição sobre ilustrações

Que tipo de ilustração o cardápio comporta? São importantes bom gosto e senso estético.

5 Divisões (títulos)

Devem seguir a ordem racional de uma refeição:

Entradas frias;
Sopas;
Entradas quentes;
Pescados;
Aves;
Carnes;
Sobremesas
Cada sugestão deve ser acompanhada de explicação resumida do prato, facilitando a escolha.

6 Distribuição de pratos no cardápio

A localização do nome do prato influi em seu nível de vendas. Pesquisas revelam que no cardápio há uma zona nobre – o centro e o lado superior direito – e outra secundária.

7 Definição da colocação dos preços

Os alimentos devem ser listados por ordem crescente de preços a partir dos mais baratos.

8 Elaboração de um “boneco”

Quem planeja cardápio deve fazer um modelo para execução dos serviços de arte final, evitando assim a perda de tempo e dinheiro.

9 Acompanhamento na execução da arte final

Deve haver minuciosa revisão de texto, conferência de tamanho, corte, dobra e tonalidade de cor. A arte final só deve ser aprovada se for levada ao restaurante para conferência de cor, visibilidade e clareza de leitura à luz ambiente.
Um cardápio impresso com muitas falhas compromete a imagem do estabelecimento.

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10 Pesquisas de novos pratos

• Por que não utilizar a criatividade de seu chef de cozinha?
• Por que não pesquisar novos ingredientes?
• Por que não tentar misturar frutas típicas com carnes, aves e peixes?
• Por que não ousar?

11 Sazonalidade

Quais os produtos da época? Durante a estação, legumes, frutas e até mesmo peixes e frutos do mar são de melhor qualidade e mais baratos. Atualmente, porém, os métodos de congelamento e a facilidade de importação e transporte mudaram muito esse conceito.

12 Ofertas de mercado

• O que a concorrência oferece para o mercado consumidos?
• Devo seguir a tendência?

13 Planejar para um período

O cardápio envelhece e deve ser atualizado sempre que se fizer necessário, pois a clientela percebe a preocupação na busca de novidades. Entretanto, os pratos considerados “estrelas” ou “especialidade da casa”, assim como os mais vendidos, não devem ser alterados. Há restaurantes que conservam os seus “carros chefe” por longos anos.

14 Variedades e formas de cocção

Um cardápio deve apresentar uma boa variedade de formas de cocção, permitindo ao cliente amplo leque de escolha, exceção feita a restaurantes temáticos.

15 Variedade de guarnições

É importante que haja uma variedade de guarnições; deve-se ser criativo e sair do binômio batata frita – arroz.

16 Variedade de cores

As pessoas comem primeiro com os olhos; portanto, devem-se levar em consideração a apresentação do prato e a variedade de cores. Imagina a monotonia de um cardápio em que um creme de aspargos é seguido por filé de peixe à milanesa com batatas fritas e coroado com um pudim de leite.

17 Humor

Cuidado com o humor, sobretudo em relação ao nome de pessoas homenageadas em receitas e a sua descrição. Esse aspecto está intimamente ligado à clientela que frequenta o restaurante.

18 Descrição x identificação

Ao escolher um prato, o cliente não é obrigado a saber que filet de saumon à la florentine é um filé de salmão com espinafre como guarnição.
Em muitos restaurantes, a tarefa de explicar a composição do prato cabe ao maître ou garçom. Isso, porém, deve ser cuidadosamente pensado, pois além de exigir bom treinamento do pessoal acarreta demora na escolha do prato.

19 Seriedade e profissionalismo

Deve-se sempre estar atento aos pratos típicos ou clássicos que têm guarnições tradicionais.
Deve ser vendido aquilo que realmente é oferecido. As improvisações nessa área são comuns e afetam a imagem do restaurante. O exemplo mais comum é o onipresente filé ao vinho Madeira – em sua maioria feito com vinho tinto simples.

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20 Escolha do modelo

Deve ser muito criteriosa, levando em conta:
• Estilo do hotel/restaurante;
• Local (piscina?);
• Durabilidade;
• Rotatividade dos pratos sugeridos (três meses?);
• Custo / preço.

21 Limpeza

O cardápio deve passar diariamente por um controle para descartar os que estão rasgados, sujos com rabiscos ou rasurados e amassados.

22 Preço

A fim de evitar mal-entendidos, os preços devem ser específicos, a taxa de serviço quando cobrada deve estar em local bem visível, os menus devem ser trocados quando da alteração de algum preço, para evitar rasuras.

23 Patrocínio

A capa (interior) ou contracapa não devem ser utilizadas para fins publicitários a não ser para marketing da própria empresa.

24 Identificação

O menu, independentemente do nome, deve trazer a identificação do local (nome do hotel/restaurante, endereço, etc.) geralmente na face de fora da contracapa (frente e verso).

25 Marketing

O menu pode ser um excelente marketing da empresa, quando usado apropriadamente (cuidado, pois o contrário também ocorre).

26 Adequação

Ainda que a escolha do modelo do menu seja única, de acordo com o local e o tipo de serviço (salão de chá, coffe shop, bar, restaurante, serviço de andares, etc.), algumas diferenças são interessantes: cor, tamanho, tipo de letra, etc.

27 Quantidade de menus

O número e menus disponível aos clientes deve manter uma proporcionalidade: para 15 mesas = 60 menus). À medida que o número de mesas aumenta, os menus em questão podem diminuir (pois dificilmente teremos lotação completa de um restaurante de maior capacidade, num primeiro momento).

28 Cuidado a observar nos menus

Restaurante
• Ordem correta dos títulos;
• Evitar nomes repetidos, exemplo: Creme Saint-Germain e Creme Saint-Honoré.
• Denominação clássica mais o mesmo ingrediente (tomate); exemplo: Creme Aurora ou Frango à Americana;
• Métodos de preparo, exemplo: a maioria assado, à milanesa ou ensopado;
• Apresentação do prato semelhante, exemplo: Salada panaché ou Macedônia de frutas;
• Guarnições com os mesmos cortes, exemplo: jardineira, dados, juliana, fatias, etc.;
• Uso abusivo do “à”, “ao”, exemplo: Ao gratin, ao molho ou à moda;
• Guarnições de pão, exemplo: sopa com croutons, salada com croutons e entrada com torradas;
• Na sugestão do dia a mesma carne do mesmo corte, exemplo: Filé Chateaubriand, escalopes de filé, Tournedos ou Strogonoff;
• Sabor semelhante, exemplo: couve, couve-flor, brócolis, repolho, etc.;
• Sopas cremosas, exemplo: molhos cremosos, purês, sobremesas cremosas, etc.;
• Massas –farináceos, exemplo: arroz, batatas, tortas, empadões, crepes, panquecas, etc.;
• Demi-glacê, exemplo: molho Madeira e molho ferrugem;
• Bechamel, exemplo: molho Mornay, velouté de ave ou peixe, suprema, etc.;
Observação: Buscar as cores mais variadas na apresentação dos pratos.

Fonte: gastronomianews

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Menos pode ser mais

Uma grande tendência chegou a São Paulo: os hambúrgueres carimbados. Vários estabelecimentos de fast-food têm aderido a esse estilo, levando diversos clientes a consumirem esses produtos.

A proposta das hamburguerias se baseia no modelo de negócio fast casual: com cardápios enxutos, sem serviços de mesa e mais despojado. No lugar do garfo e da faca, o hambúrguer é consumido com as mãos. Em vez de garçons, o cliente ganha mais liberdade dentro do estabelecimento para fazer o seu pedido.

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Bullguer

O Bullguer é uma das hamburguerias mais conhecidas por esse tipo de abordagem em São Paulo, sendo uma das precursoras desse estilo no Brasil. Fundado em 2015, em Vila Nova Conceição, o estabelecimento ganhou uma nova loja, na Vila Madalena. De lá para cá, foram mais de 100 mil hambúrgueres vendidos, com filas cada vez maiores. O motivo? Um estilo diferenciado de fazer os pratos e atender os clientes.
A hamburgueria se posiciona contra a onda gourmet. Saem de cena talheres requintados, por exemplo, dando vez para um hambúrguer caprichado, cardápio menor e o sabor das receitas. As próprias receitas têm poucos ingredientes e atraem pela simplicidade oferecida.
Um dos grandes diferenciais é o carimbo feito no pão de hambúrguer, com a logomarca da Bullguer. Questionada sobre essa diferenciação, a empresa contou que o carimbo deixa os hambúrgueres mais personalizados. “A ideia de carimbá-los é para dar uma identidade aos nossos lanches e deixá-los 100% com a nossa personalidade. Além disso, o carimbo traz um sabor defumado ao pão, que faz bastante diferença no resultado final”, afirma Thiago Koch, chef de cozinha do Bullguer.
De acordo com Koch, o carimbo também tem uma relação direta com os consumidores. Ao se depararem com a marca, as pessoas se aproximam mais da Bullguer e reconhecem o prato como algo pertencente daquele lugar. Esse detalhe pode ser essencial para a escolha dos clientes.

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Como inspiração, a hamburgueria cita a Shake Shack, uma casa de lanches que aposta em bons ingredientes para se desenvolver no mercado, localizada nos Estados Unidos. “Como eles, temos a proposta de fazer lanches básicos, sem frescura e do tamanho ideal da fome. Também temos o desejo de expandir e abrir uma série de casas na cidade, como eles fizeram”, pontua o chef.
Os hambúrgueres carimbados têm ganhado adeptos em vários estabelecimentos. Segundo Koch, a ideia da marca nunca foi ir contra tendências, mas à forma de fazer lanches sofisticados demais. “Nós não gostamos especificamente da tendência de hamburguerias gourmets, que usam ingredientes de receitas de alta gastronomia em sanduíches para serem consumidos no dia a dia. Nossa proposta é ser bom, básico e barato. Para nós, o bom hambúrguer é aquele feito para ser comido com as mãos e matar a fome”, diz.
A marca aposta em pratos-chaves e com ingredientes básicos para ampliar a experiência gastronômica de quem passa pelo estabelecimento. Além dos hambúrgueres, são oferecidos dois tipos de sobremesa e um tipo de batata frita. A batata é temperada com páprica e o cliente pode degustar com a maionese feita pela casa.
A aposta no básico também se aplica na forma de apresentar os produtos aos clientes, sem tantos ajustes. “As sobremesas, assim como os lanches, são básicas, sem ingredientes gourmets. Valorizamos muito os sabores, sem pensar em frescuras de apresentação”, frisa Koch.
O cardápio aposta em oito opções de hambúrgueres, com carnes de 100gr, preparados sob uma técnica norte-americana: a smash burger, comum nos Estados Unidos. O tipo de carne utilizada é a black angus, grelhada em uma chapa moldada como uma bola.
A forma de produzir os hambúrgueres carrega um estilo mais alternativo, apostando na simplicidade para criar receitas. “Gostamos do básico, daquele sanduíche que leva um hambúrguer feito com um bom blend de carnes, queijo, salada e um ou outro complemento. Criamos nossas receitas novas a partir disso. O Sheik Cheddar, um dos lanches temporários do menu, que aparece apenas de vez em quando, leva, por exemplo, hambúrguer de 100g, cheddar, bacon e cebola caramelizada. É uma receita simples que valoriza os sabores de cada ingrediente”, finaliza o chef.
A Bullguer aposta na rapidez e em embalagens descartáveis para entregar seus hambúrgueres, com preço médio entre R$ 16 e R$ 22. A ideia do negócio surgiu da sociedade entre Alberto Abbondanza e Ricardo Santini, com Thiago Koch como chef, responsável pela elaboração dos pratos.

Shake Shack

O Shake Shack, inspiração para o Bullguer e para algumas das novas hamburguerias, tem modelo de negócio baseado no fast casual, com a proposta de levar pratos bem temperados e saborosos aos clientes, aliados ao bem-estar das pessoas, tudo isso de forma prática.
A marca possui hambúrgueres, cachorro-quente, cerveja, vinho, entre outros produtos. Fundado em 2014, o Shake Shack logo se expandiu para outros territórios nos Estados Unidos e internacionalmente, na Rússia, Japão, Coreia do Sul, Turquia, Emirados Árabes e Inglaterra. O crescimento da empresa serviu de inspiração para outras hamburguerias ao redor do mundo, principalmente por esse modelo diferenciado de atrair clientes.
Uma pesquisa realizada pelo site Market Realist, com as informações de oito restaurantes de fast casual, mostrou crescimento médio de 75% da Shake Shack. O levantamento também indicou o maior crescimento em vendas nas mesmas lojas no trimestre, em comparação às outras empresas. Questionada sobre esses números, a Shake Shack alegou que a alta é devido aos produtos inovadores oferecidos pela marca.
O crescimento do fast casual apresenta bons números, com aumento de 550% desde 1999, nos Estados Unidos. O Euromonitor também mostrou informações sobre esse segmento, com consumo norte-americano de US$ 21 bilhões em 2014.

Carimbo

A estratégia de utilizar carimbos para identificar seu sanduíche tem se espalhado pela cidade de São Paulo. Exemplo disso é o Raw Burger, inaugurado em novembro de 2015, em Vila Madalena, e o Dock Burger, no Tatuapé. Os estabelecimentos também usam a logomarca estampada no pão e afirmam ser uma ótima forma de propaganda, já que as redes sociais possuem, cada vez mais, fotos de comida.
De acordo com o site Sp Curiosos, a Lanchonete da Cidade também aderiu ao uso de carimbos, marcando apenas os hambúrgueres clássicos da marca. Camila Prado, gerente de marca, contou que o uso de carimbos deixa os pratos mais bonitos e charmosos.
A Stunt marcou um hambúrguer em comemoração ao primeiro aniversário da casa. Com uma receita intitulada de “Anniversary”, a hamburgueria colocou à disposição dos clientes, em março deste ano, uma receita diferenciada, com carimbo identificador.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/menos-pode-ser-mais/

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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7 estratégias para fidelizar clientes em seu restaurante

Atrair e fidelizar clientes devem ser os objetivos básicos de qualquer empresa — ainda mais essenciais quando se trata do seu restaurante. Para ser bem-sucedido, é importante que você saiba investir corretamente, garantindo o retorno esperado com suas ações de marketing. Uma vez constatado o sucesso das estratégias de atração de clientes, o seu desafio passa a ser fidelizá-los em clientes leais, prontos para recomendar seu restaurante a amigos e familiares.

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As ações de fidelização podem abranger diferentes aspectos do seu restaurante, desde oferecer um ambiente agradável e manter a equipe de colaboradores motivada, até investir no bom relacionamento com o seu cliente. Continue lendo e vamos aprender juntos algumas estratégias valiosas que você deve adotar para fidelizar clientes e garantir o sucesso do seu empreendimento!

1. Ofereça um ambiente agradável

A satisfação do cliente deve ser, sempre, sua principal preocupação. Ter isso em mente é o primeiro passo para adotar estratégias que garantam o retorno do cliente ao estabelecimento ou, até mesmo, uma indicação para amigos e conhecidos.

Para conseguir criar essa imagem positiva, é importante que você ofereça um ambiente agradável, onde a decoração seja capaz de transmitir os valores do seu negócio e esteja de acordo com a proposta de seu menu, tipo de cozinha e atendimento.

Seja coerente nas suas escolhas e preocupe-se com todos os detalhes, como ar condicionado para os dias mais quentes, música ambiente de acordo o perfil do público, iluminação condizente com a temática escolhida e espaço suficiente para que os garçons possam se locomover entre as mesas e os clientes tenham mobilidade para ir e vir.

2. Mantenha o seu time motivado

Um erro fatal, cometido por muitas das empresas, é não dar a devida importância a sua equipe de colaboradores — o que pode comprometer o sucesso do empreendimento. Imagine-se no lugar de um cliente que escolhe um restaurante, entre tantos outros, para comemorar um evento importante e encontra um garçom pouco disposto a atendê-lo. Para evitar isso, invista em avaliações periódicas e feedbacks pontuais, além de montar um calendário de treinamentos para sua equipe.

Manter seu colaboradores engajados em atender bem é mais fácil do que se imagina. Basta dar início a um trabalho contínuo de gestão de equipe que bons resultados logo começarão a aparecer — e seus clientes vão, certamente, notar.

3. Transforme seu cardápio em experiências

Por mais óbvio que possa parecer, todo restaurante precisa desenvolver um cardápio atraente para seu público-alvo e oferecer pratos com uma boa apresentação. O destaque do seu negócio é a comida, por isso invista em bons profissionais de cozinha, crie pratos únicos e certifique-se de que seus garçons conhecem o menu e sabem apresentar sugestões. Um bom atendimento, somado a uma comida saborosa e bem preparada tem tudo para transformar esse momento em uma boa experiência para o cliente.

As oportunidades para conquistar um cliente são poucas e devemos aproveitá-las sempre que surgem. Afinal, um cliente satisfeito pode ser sua melhor ação de marketing! Com o crescente uso da internet, páginas de avaliação de estabelecimentos e recomendações nas redes sociais desempenham um papel importante na escolha de um restaurante.

4. Incentive seu cliente a voltar mais vezes

Os famosos cartões de fidelidade podem ser extremamente úteis para o seu restaurante. A nossa recomendação é que, ao planejar este tipo de ação, você leve em conta as características do seu público para verificar a melhor forma de operacionalizá-la. O cartão de fidelidade pode ser oferecido na forma de um cartão impresso ou magnético, check-ins online no Facebook ou Swarm, cupons de desconto para a próxima visita ou cadastro no site.

A ideia é incentivar o cliente a retornar a seu estabelecimento, oferecendo vantagens de acordo com seu consumo. O que importa neste tipo de ação é escolher os benefícios certos para o seu público, que podem ser, por exemplo, descontos, pratos predefinidos ou à escolha do cliente.

5. Ofereça promoções

Outra forma de fidelizar clientes é por meio de ações promocionais dos pratos mais pedidos, combos com bebidas ou ofertas de sobremesas. É importante que você leve em consideração os hábitos de consumo do seu público na hora de definir as suas promoções e estabeleça dias estratégicos para oferecê-las. Elas irão ajudar a manter um fluxo ativo de pessoas no seu estabelecimento em dias de pouco movimento.

Aproveite para divulgar as novas promoções com displays nas mesas ou informativos próximos aos caixas e totens na entrada do restaurante. A comunicação visual é uma grande aliada na divulgação de promoções!

6. Aproveite a força das redes sociais

O grande desafio das marcas nas redes sociais — e, ao mesmo tempo, a maior vantagem do uso de redes — é conseguir gerar engajamento em seus clientes. O primeiro passo para isso é fazer com que sua página seja encontrada por seu público. Aproveite os cartões de fidelidade e a divulgação de promoções para apresentar a página de seu estabelecimento nas redes sociais.

O seu material promocional também pode ser um bom espaço para incentivar avaliações positivas do seu restaurante na internet. Além dos sites especializados em restaurantes, redes como o Facebook oferecem um espaço dedicado para inserir comentários e avaliar um estabelecimento com estrelas, em uma escala de 1 a 5.

Mas cuidado: se você optar por criar um perfil em qualquer rede social é essencial que faça a manutenção diária da página, publicando conteúdo com frequência e respondendo às mensagens, principalmente as críticas. Demorar em responder uma crítica pode influenciar outros clientes negativamente.

7. Peça um feedback para os seus clientes

Incentive seus clientes a apresentarem sugestões e críticas por meio de um canal direto, seja um formulário de pesquisas próximo do caixa, e-mail do SAC ou uma área em seu site reservada à comunicação. O mais importante, nesse caso, é que o cliente receba uma resposta em curto prazo.

Analisando o conjunto de sugestões e reclamações apresentadas em um determinado período, você poderá melhorar os processos do seu restaurante, verificar itens que precisam ser modificados, valores que precisam ser revistos ou ocorrências que precisam ser evitadas. Com base nesta pesquisa, também é possível estruturar treinamentos específicos para os colaboradores e gerentes do seu restaurante.

Seguir essas sete estratégias para fidelizar clientes resultará em melhorias internas e investimento inteligente em ações de marketing, o que se traduz em maior retorno financeiro no curto e médio prazo.

Fonte: http://www.petink.com.br/7-estrategias-para-fidelizar-clientes-em-seu-restaurante/

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Saiba como melhorar a experiência do cliente em bares e restaurantes

Em tempos de competição acirrada no mercado, a experiência do cliente tem se tornado um assunto cada vez mais discutido. Ela pode ser usada para atrair consumidores, gerar vendas e fidelizar o público, alavancando o faturamento e o valor da marca.

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Porém, a definição do tema ainda é confusa e deixa dúvidas: afinal, o que é a experiência do cliente? Como podemos entendê-la, estruturá-la e melhorá-la? Além disso, como ela pode ser aplicada na prática em bares e restaurantes, auxiliando na criação de uma clientela fiel que se torne embaixadora da marca?

Fique tranquilo porque, a partir de agora, tudo isso será explicado em detalhes. Vamos lá!

O que é a experiência do consumidor?

A experiência do consumidor pode ser definida como a percepção que o cliente tem das interações entre ele e a marca, sejam elas físicas, racionais, emocionais, subconscientes ou psicológicas. Essas interações incluem o contato do cliente com qualquer parte ou elemento da organização, desde o website até o pós-venda.

A experiência do consumidor é extremamente importante, pois direciona o comportamento e constrói memórias, influenciando fortemente a fidelização e afetando o valor econômico que a empresa gera.

Fazem parte desse processo:

• Todos os pontos de atendimento: website, telefone, estabelecimentos físicos, promotores, etc.;

• Elementos pessoais: relação do cliente com gerentes, atendentes, garçons, equipe de bar, sócios, vendedores, promotores;

• Tecnologia e recursos técnicos: reservas online, pontos de atendimento como telefone e site, aplicativos;

• Ambiente físico do bar ou restaurante: as cores do local, facilidade de acesso, mesas, música, aroma, etc.;

• Preço e formas de pagamento: avaliação do cliente se o preço é justo ou não, facilidade e variedade de meios para pagar, cobrança de gorjetas inclusas ou não, etc.;

• Promoção e divulgação: se é feita de forma “impessoal” ou personalizada, se os comerciais são chatos ou divertidos, se são oferecidos descontos e brindes;

• Produtos: comida, bebida, acompanhamentos;

• Outros pontos de interação entre consumidor e organização.

• E algo que você surpreenda, que supere a expectativa do seu cliente.

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O que o NPS tem a ver com a experiência do cliente?

NPS (ou Net Promoter Score) é uma classificação usada para separar os clientes de acordo com sua lealdade em relação à marca, levando em consideração a forma com que cada cliente recomenda sua marca para amigos, familiares e conhecidos.

O NPS está relacionado com a experiência do cliente porque envolvimento e lealdade andam lado a lado. Quanto mais um consumidor interage com a marca, mais leal ele tende a ser (e melhores serão as recomendações que ele faz a outras pessoas).

De acordo com o NPS, os consumidores de uma marca dividem-se em três grupos. A divisão é baseada na seguinte pergunta: “De 0 a 10, quanto você recomendaria o estabelecimento X a um amigo ou colega?”. As respostas definem em qual dos grupos cada cliente se encaixa. Veja abaixo:

Promotores

De 9 a 10 no nível de recomendação. São os clientes mais fiéis e entusiasmados, que vão ao seu estabelecimento continuamente e ainda trazem amigos, colegas e familiares. Esses consumidores são extremamente importantes, pois fazem uma divulgação viral e espontânea pela qual você não precisa pagar diretamente.

Passivos

Entre 7 e 8 no nível de recomendação. São consumidores satisfeitos, mas sem nenhum entusiasmo especial. Podem até adorar o estabelecimento, mas ainda não estão imunes em relação às ofertas e atrativos da concorrência. É preciso trabalhar no sentido de gerar mais relacionamento e identificação com eles, construindo fidelidade.

Detratores

Abaixo de 6 no nível de recomendação. São consumidores insatisfeitos ou parcialmente insatisfeitos, que podem falar mal da sua marca para colegas e amigos. Quando um cliente avalia seu estabelecimento abaixo de 6, você precisa de uma solução proativa e urgente a fim de reverter a percepção que esse consumidor possui, antes que a situação saia do seu controle.

Com base no NPS, os bares e restaurantes podem traçar estratégias para que mais e mais consumidores tornem-se “promotores”. Isso atrairá novos clientes, gerar divulgação boca a boca e contribuir para a construção de valor da marca do estabelecimento. Mais adiante, vamos mostrar como esses clientes “promotores” podem ser tratados de forma especial, gerando ainda mais satisfação e trazendo ainda mais clientes para o ponto de venda.

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Como a gestão da experiência do cliente deve ser feita?

A experiência do cliente é definida como a soma de todas as experiências que um cliente tem com uma empresa durante toda a sua vida, levando em consideração não apenas os produtos, relacionamento e pós-venda, mas também como essas experiências são memorizadas e tornam-se pessoais.

Já a gestão da experiência do cliente é a criação e manutenção de uma estrutura orientada para o consumidor, alinhando e relacionando todos os pontos de contato ao conceito da marca. Essa gestão pode ser trabalhada através dos cinco pilares a seguir:

Consumidor

É importante analisar toda o contexto do consumidor, como suas necessidades, desejos, renda, estilo de vida, cultura, comportamentos e demografia. A partir desse entendimento é possível segmentar o público com o objetivo de atender às necessidades de todos os clientes. Nesse ponto, é importante lembrar que nem todos os clientes são iguais, ou seja, cada pessoa possui necessidades e desejos específicos que a sua equipe deve buscar atender.

Ambiente

Esse segundo pilar da gestão da experiência do cliente é composto das condições de mercado, fatores competitivos, processo de compra e jornada do cliente, ambiente de compra (loja, telefone, website) e fatores de mercado como um todo. Também entram aqui as inovações e iniciativas — no ponto de venda ou fora dele — que buscam remover as barreiras entre o cliente e a empresa, criando um ambiente mais envolvente, eficiente, agradável e mais fácil de memorizar, através do qual é possível interagir.

Marca

Essa etapa envolve o desenvolvimento de identidade de marca, slogans, comunicações, logotipos e outros ativos que ajudem na percepção da empresa no mercado. Sobre esse assunto, talvez você se interesse pelo post 9 razões para investir na comunicação visual do seu bar. Nele, mostramos de forma simples e clara por que você deve ter uma estratégia de comunicação visual e como isso impacta nos resultados.

Em termos de posicionamento, a gestão da marca também engloba a inovação e a diferenciação em relação aos concorrentes e às outras soluções do mercado. Deve-se avaliar, planejar e refinar constantemente os produtos e serviços, assim como os preços e benefícios oferecidos.

Plataforma

A plataforma é toda a estrutura da empresa através da qual a experiência do cliente, serviços e produtos são entregues. Por conta disso, toda a eficiência operacional da empresa tem um impacto direto na percepção da marca. Este pilar inclui a avaliação e melhoria de pessoas, processos, políticas, tecnologias e sistemas que facilitem e sirvam como meio de interação entre o cliente e a empresa.

Interface

Essa área da gestão da experiência do cliente se concentra na interação entre os consumidores e a marca a partir de três pontos de vista: entre pessoas e máquinas; entre pessoas e pessoas; e entre pessoas e meio ambiente. Em outras palavras, este pilar busca refinar e otimizar a interação com o cliente em todos os canais, humanos e tecnológicos, para produzir os resultados desejados.

Levando em consideração os pilares acima, você pode montar estratégias para melhorar a experiência do cliente em todos os aspectos, aprimorando os mais diversos pontos do seu negócio, desde o atendimento até o marketing promocional.

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Como melhorar a experiência e o atendimento ao cliente?

Agora que você já compreendeu os aspectos importantes da gestão da experiência do cliente, que tal fazer um planejamento para ter uma gestão de atendimento e entrega de valor otimizadas? Veja, nas 10 etapas a seguir, o que é preciso para melhorar a experiência do consumidor no seu bar ou restaurante.

Conhecer o público

Este primeiro ponto parece óbvio, não é? Bom, nem tanto. Muitos empreendedores passam períodos enormes sem conversar diretamente com os consumidores, fazer pesquisas de satisfação ou pedir sugestões de melhorias.

No caso de bares ou restaurantes, vale a pena (para o gestor) separar pelo menos uma noite da semana para interagir com as mesas, ouvir opiniões e entender as necessidades do público. Isso faz toda a diferença na hora de proporcionar a melhor experiência possível.

Conhecer seu público é o fator-chave para a personalização do atendimento e a customização de produtos, fazendo com que seu bar ou restaurante se destaque no mercado e tenha cada vez mais sucesso.

Ser acessível aos clientes

Hoje em dia as redes sociais já colocaram marcas e consumidores no mesmo patamar, estabelecendo conversas de igual para igual. Quando uma marca (e seu dono) se “escondem” nos bastidores, as reclamações vão parar nas conversas entre amigos ou na internet. E, muitas vezes, os gestores são menos acessíveis do que pensam.

Portanto, tente tornar mais fácil a comunicação dos clientes com você. Inclua informações de contato em seu site, espalhe o seu número de telefone, divulgue o endereço de e-mail e compartilhe os perfis das redes sociais.

Grande parte da experiência do cliente tem a ver com a comunicação. Pesquisas já mostraram que não basta que as marcas ofereçam os melhores produtos, serviços e soluções: a forma como fazem isso também é extremamente importante. Quando os gestores se colocam à disposição para conversar com os clientes, isso é muito bem visto e causa uma percepção excelente.

Tornar a comunicação pessoal

Pessoas gostam de se relacionar com outras pessoas, e não com marcas. Em geral, o meio através do qual sua marca conversa com o público não é tão importante quanto o tom da conversa. Independente do canal de comunicação, é possível falar com seu público como se você estivesse conversando frente a frente, pessoalmente. Para isso, basta usar um tom pessoal.

Digamos que você mande e-mails com as novidades e eventos do seu bar ou restaurante. Em vez de usar um remetente do tipo “Bar X”, experimente enviar o e-mail como “Fulano de Tal – Bar X”. O mesmo vale para a forma como as mensagens são escritas: tente escrever em primeira pessoa, como se estivesse falando apenas com um cliente de cada vez.

A dica acima também vale para as redes sociais. Em vez de escrever “Já garantiram seus lugares para o evento de hoje?” você pode optar por “E você, já garantiu o seu lugar no evento de hoje?”.

Outra estratégia é comunicar-se com as pessoas de acordo com escolhas prévias que elas fizeram. Se uma determinada lista de clientes fez reservas para uma noite temática com comida espanhola, digamos, você pode enviar a eles uma mensagem quando repetir o evento (e, quem sabe, até oferecer um desconto especial).

Entregar uma experiência consistente em todos os canais

Você já aplicou uma identidade visual no seu restaurante? Oferece promoções no balcão no bar? Usa o Twitter, Facebook, Instagram e outras mídias para divulgação? Atende clientes por telefone? Responde dúvidas por e-mail? Agenda reservas pelo site?

Todos esses recursos são incríveis se utilizados com consistência e coerência. Isso significa que a comunicação deve criar uma unidade entre todas as mídias. De nada adianta atualizar todas as promoções no ponto de venda e esquecer das redes sociais, por exemplo. Também não vale anunciar uma nova bebida no site e, quando o cliente chega no estabelecimento, o estoque já se esgotou. É preciso ficar atento a esses pontos para não trocar os pés pelas mãos.

Oferecer soluções e não só produtos

Todo bar serve bebidas e todo restaurante serve comida. Agora, como você pode se diferenciar, oferecendo soluções que vão além dos produtos? Uma estratégia é fazer a seguinte pergunta a si mesmo: “como posso tornar a vida dos meus clientes mais fácil?”.

Talvez a resposta esteja em incluir um serviço de telentrega, anunciar as ofertas em um grupo de WhatsApp, criar um programa de fidelidade ou até mesmo oferecer um combo especial com o prato e bebida preferidos do público. A resposta vai depender das necessidades específicas dos clientes do seu estabelecimento. Na dúvida, não tenha medo de perguntar. Como mencionamos, um dos segredos é conhecer seus consumidores e ser acessível a eles. A velha máxima “o cliente tem sempre razão” é válida neste caso.

Resolver problemas antes que eles aconteçam

Antes de disponibilizar um produto ou serviço, é ideal imaginar e fazer um levantamento de todos os problemas relacionados a ele. Com isso, torna-se possível resolver os descontentamentos dos seus clientes antes que eles aconteçam de fato.

No caso de bares e restaurantes, muitas vezes as dificuldades estão relacionadas aos pedidos: compreensão dos ingredientes do prato ou da bebida, inclusão ou não de ingredientes específicos, presença ou não de determinados acompanhamentos, entre outros. Ao pensar um passo à frente, você faz com que a experiência do cliente fique “intacta”, sem necessidade de reclamações, devoluções ou trocas.

Outra questão importante é a seguinte: sempre que notar um possível problema, o atendente responsável deve entrar em contato com o cliente antes que ele o faça. Assim sua empresa sempre será percebida como uma marca que faz o máximo para proporcionar um atendimento agradável e completo.

Lembre-se sempre: ser proativo permite que você permaneça no controle em todos os momentos da experiência do cliente.

Investir na comunicação visual

Já falamos aqui que todo o ambiente da marca é importante para a experiência do cliente. E, naturalmente, o ponto de venda é a estrela desse processo. Por isso é imprescindível ter uma comunicação visual desenvolvida especialmente para o seu estabelecimento, considerando absolutamente todos os aspectos envolvidos nesse quesito.

No post 6 dicas para otimizar a comunicação visual do seu restaurante temos algumas técnicas excelentes, como usar placas para passar informações importantes, comunicar a personalidade da marca através da decoração e customizar os acessórios.

Uma dica interessantíssima é deixar o cardápio do dia sempre à vista. Isso pode ser feito através de um jogo americano personalizado, um cartaz colado na parede ou um totem customizado promocional.

Inovar

Quem administra um bar ou restaurantes sabe que é importante estar sempre trazendo ideias novas, afinal, é preciso estar à frente da concorrência e chamar a atenção dos consumidores. Uma dica legal é que, para inovar, você nem sempre precisa de ideias mirabolantes. Às vezes é só investir em novos formatos de comunicação e contato com o público.

Quer um exemplo? Que tal produzir bolachas de chopp personalizadas para o seu estabelecimento? Ou então preparar um display de recepção e outros materiais para causar uma boa impressão logo na entrada? Opções não faltam para quem quer ser criativo e melhorar a experiência do cliente.

Tornar as coisas mais simples

Quando o consumidor tem uma necessidade, nada melhor do que encontrar o produto ou serviço desejado rapidamente. Por isso, não complique demais o cardápio e a comunicação visual do seu restaurante ou bar.

Quer um exemplo? Se o prato mais pedido estiver em destaque, o público não precisará chamar o garçom para perguntar o preço ou tirar dúvidas sobre os ingredientes. Assim, todo o atendimento e a experiência do cliente já serão ligeiramente melhores.

O mesmo vale para o pagamento: muitas vezes, o simples fato de poder pagar a conta sem levantar da mesa faz com que os clientes saiam do estabelecimento ainda mais satisfeitos.

Premiar clientes que são promotores da sua marca

Esta é uma tática que, além de trazer muito resultado, contribui para a experiência do cliente e para o ambiente que cerca a marca como um todo. Em seu bar ou restaurante, você provavelmente tem clientes que estão sempre convidando amigos, divulgando eventos e organizando encontros e jantares. Mostre a eles o quanto você é grato.

Uma das formas é convidá-los para eventos exclusivos. Por exemplo, uma degustação dos novos vinhos ou cervejas artesanais do cardápio. Outra opção é dar a eles descontos especiais.

Geralmente, esses clientes também valorizam a comunidade formada pelo bar ou restaurante. Por isso, divulgue (com autorização prévia) fotos deles nas redes sociais, destacando os melhores momentos dos eventos e engajando outros consumidores. É importante lembrar que seus consumidores fiéis são os embaixadores da sua marca. Se eles estiverem a fim de “vestir a camisa”, é seu dever tornar isso cada vez mais fácil e possível.

Por que apenas fidelizar clientes não é o mais importante?

Ter consumidores fiéis já é um grande desafio. Entretanto, isso não é o suficiente: é preciso encantar o cliente. Você já ouvir falar da expressão “delight customer”? Segundo esse conceito, todos os profissionais envolvidos com a marca — e não apenas os atendentes ou vendedores — têm a obrigação de encantar o cliente.

O grande ponto de virada aqui é: você não precisa esperar um consumidor se tornar cliente do seu estabelecimento para encantá-lo. Todo potencial cliente representa uma oportunidade de explorar a experiência do público com a marca.

Vejamos um exemplo: se um restaurante identifica que as pessoas adorariam saber como harmonizar pratos e bebidas, pode passar a publicar conteúdos relacionados a isso nas redes sociais e no site. Ao ter contato com um conteúdo de extrema qualidade, um consumidor em potencial pode acabar indo até o estabelecimento e se tornando cliente de verdade.

Os 3 atalhos para encantar clientes (e futuros clientes) são:

• Resolver problemas ou necessidades específicas;

• Ajudar e fazer recomendações de produtos, serviços, conteúdos e soluções;

• Transmitir entusiasmo, carinho e diversão no atendimento e comunicação.

Você pode se perguntar agora mesmo: estou seguindo os três pontos acima no meu bar ou restaurante? Caso ainda não esteja, nada melhor do que começar hoje.

Conclusão

Todo dono de bar ou restaurante sabe que ter um público fiel sempre foi pré-requisito para o sucesso. Agora, com o estudo de toda a experiência do consumidor, tornou-se possível ir além. Investir na gestão da experiência do cliente é o caminho mais curto para ter verdadeiros embaixadores da sua marca, ajudando na divulgação e agregando valor ao negócio. E o melhor de tudo é que isso se reflete diretamente nos resultados, tanto financeiros como de satisfação.

Fonte: http://www.petink.com.br/

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PROFISSIONALISMO É A CHAVE PARA SE TORNAR RELEVANTE AO ABRIR UM BAR OU RESTAURANTE

Amadorismo precisa ficar de lado caso o empreendedor queira ganhar destaque no concorrido mercado.

Especialistas no setor concordam que a profissionalização é a palavra do momento para quem investe em negócios no mercado de bares e restaurantes.

Na opinião do sócio e consultor da ba}Stockler, Luis Henrique Stockler, é preciso separar o lazer do trabalho. “Ter um negócio é diferente de ir lá para se divertir”, diz. Stockler usa como comparação a conhecida história da pessoa que sonha deixar a cidade grande e montar uma pousada em um lugar paradisíaco. “Tem que ter consciência de que vai trabalhar muito.”

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Mesmo assim, o especialista ressalta que o segmento é promissor porque as pessoas, cada vez mais, comem fora de casa. “Isso chega a quase 40% dos gastos da família com alimentação.” Os supermercados, por exemplo, aumentam suas ofertas de comidas prontas porque entendem que os restaurantes são concorrentes.” E para aqueles que pretendem ingressar no ramo, Stockler consegue até mostrar o caminho das pedras.

“O empreendedor precisa mapear e encontrar as regiões mais carentes de oferta de acordo com o tipo de negócio que ele quer abrir”, diz o especialista. Para quem já está no mercado, Stockler afirma que o segredo é não se acomodar. “Tem que ser eternamente insatisfeito e se atualizar.”

O presidente do Outback Brasil, Salim Maroun, também aponta o profissionalismo como característica principal para o mercado no País. “Mais da metade dos restaurantes fecham antes de completarem um ano por falta de conhecimento”, analisa.

Maroun revela, inclusive, um ensinamento que tem trazido resultados positivos para a rede de restaurantes: é preciso ter as melhores pessoas em sua equipe. No Outback, os gerentes, por exemplo, são potenciais futuros donos de lojas – a empresa os torna cotista
s mediante aporte de R$ 60 mil. “Até hoje, todos continuam com a gente, 70% dos sócios são ex-funcionários.”

Quem concorda que o amadorismo não tem mais vez é outro consultor, Adri Vicente Júnior, diretor proprietário da Food Service Company. Segundo ele, é necessário preocupar-se com todas as áreas e etapas do empreendimento. Júnior avalia ainda que é importante estar sempre de olho no concorrente. “Assim, é possível encontrar pontos de melhoria e oportunidades de fazer diferente”, finaliza.

Fonte: Displal

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Como registrar uma marca de restaurante?

15072016BA Associção Brasileira de Bares e Restaurantes, a ABRASEL, publicou recentemente um artigo muito interessante sobre como registrar uma marca de restaurante e garantir identidade e exclusividade no que diz respeito aos ícones ligados ao seu estabelecimento.
É importante compreender como registrar uma marca de restaurante, pois o valor do negócio também está na marca. Não ignorando a importância do atendimento prestado, o ponto comercial onde está localizado e a qualidade dos produtos ofertados aos clientes. A principal função da marca é servir como identidade de confiança e relacionamento do público com o estabelecimento.


Segundo Vinícius Oliveira, advogado da Totall Marcas & Patentes, escritório especializado em Propriedade Intelectual, há um problema cultural no Brasil de não registrar a marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) ainda no planejamento da empresa. Na pressa de serem ultrapassados pela concorrência, muitos empreendimentos começam a operar sem um registro de marca, que proteja o nome e a logomarca da empresa.


Fala-se pouco sobre como registrar uma marca de restaurante. O resultado desse descuido pode ser a obrigatoriedade da mudança da marca, sob ação judicial, que pode ter como consequência a desconfiança e o afastamento da clientela. Em um mercado onde as marcas de sucesso são costumeiramente copiadas, a necessidade do registro engloba, além da contribuição para o valor agregado da empresa, a questão protetiva.
O pedido de registro de marca garante ao seu titular ou depositante o direito de uso exclusivo no território nacional pelo período de dez anos, a partir da data da concessão. O registro pode ser prorrogado por sucessivos períodos de dez anos.

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Passo a passo

O advogado explica a necessidade da viabilidade de marcas, que na prática, significa consultar se uma marca já possui ou não registro feito por terceiros. Oliveira cita como exemplo um de seus clientes que estava iniciando as operações em uma casa de shows em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. Após consulta, constatou que já havia uma boate no Rio Grande do Sul com o mesmo nome. A marca da casa de shows mineira foi trocada. Dois meses depois, morreram 242 pessoas na Boate Kiss, em Santa Maria, marca originalmente escolhida pelo empresário mineiro que, se continuasse com o nome, teria dificuldade em desassociar o seu empreendimento da repercussão negativa do que houve na boate gaúcha.

Existindo a viabilidade de cadastro da marca escolhida, o segundo passo é pagar a taxa federal do INPI e os honorários profissionais– que geralmente giram em torno de três salários mínimos por processo. Com o pedido iniciado e após o exame formal, que tramita aproximadamente em 90 dias, a marca é publicada na Revista da Propriedade Industrial do INPI. A partir disso, abre-se um prazo de 60 dias para que terceiros que se sintam lesados com a concessão da marca apresentem uma oposição administrativa.

São analisadas todas as possibilidades de proibição, que vão desde a simples repetição de marcas, nomes foneticamente semelhantes e até tentativas de mau uso ou oportunismo – “tomar carona” no sucesso de outra marca, por exemplo.

Em caso de existência de nomes e logos semelhantes entre dois ou mais restaurantes – o que pode induzir o cliente à confusão – é necessário que a empresa consulte um escritório especializado em propriedade industrial (marcas e patentes). Nestes casos, a marca ficará, sob direito, com estabelecimento que detém o registro no INPI. A empresa pode enviar, em caráter amigável, uma notificação extrajudicial estipulando um prazo para que aquele que faz uso indevido da marca, deixe-o de fazer, sob pena de serem tomadas medidas judiciais cabíveis.

Fonte: http://www.inffel.com/

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Poluição Visual: conheça as leis que regulamentam as fachadas

19072016Atualmente com o grande crescimento e evolução das cidades, o meio ambiente dos centros urbanos vem sendo degradado pela abundância de imagens, cores, placas, setas, outdoors, faixas, marcas de produtos e mídia eletrônica. A dita poluição visual não afeta somente o visual das cidades, mas também a saúde de toda  sua população.

Uma das formas de combater a poluição visual é através de limitações administrativas, que se baseiam na função social da propriedade,  bem como na defesa do meio ambiente e do consumidor.

Assim, compete ao Município legislar acerca da colocação de placas, “outdoors”, letreiros luminosos e  ainda sobre a ocupação do solo urbano em geral.

Dessa forma, certos municípios, quando tentam revitalizar regiões degradadas pela poluição visual, baixam normas determinando que as lojas e outros causadores desse tipo de poluição mudem suas fachadas a fim de tornar a cidade mais harmônica e esteticamente agradável aos moradores e turistas.

E você? Sabe como divulgar seu negócio? Quer atrair mais clientes para crescer? Confira aqui as leis que regulamentam as fachadas!

Leis que combatem a poluição visual

Nosso ordenamento jurídico traz diversas limitações aos anúncios para que não haja poluição no visual dos centros urbanos.

Podemos começar trazendo como exemplo de legislação, as limitações administrativas à publicidade comercial (Código de Posturas Municipais, regulamentos específicos sobre publicidade etc.) que são uma das formas de combate à poluição visual nas grandes cidades. Em São Paulo a lei da cidade limpa nº 14.223/2006, trouxe regras para a colocação de anúncios indicativos nas fachadas dos imóveis. Tal legislação introduziu uma norma geral a ser seguida por todos os estabelecimentos, sejam públicos ou privados.

Também, há previsão ao combate á poluição visual na  lei federal n° 4.717/65, a qual regula a ação popular, esta lei considera patrimônio público “os bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico ou turístico” (art. 1º, § 1º). Temos ainda os bens e direitos de valor estético que são objeto de proteção judicial através da ação civil pública (Lei Federal n° 7.347/85)

Já o Código Eleitoral dispõe que “não será tolerada propaganda que prejudique a higiene e a estética urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição de direito” (art. 243, inc. VIII).

Assim, de acordo com os dispositivos citados, podemos afirmar que o visual das cidades urbanas, são valores protegidos legalmente. Contudo, é necessário, identificar a existência da poluição visual através da interferência esteticamente prejudicial na paisagem urbana.

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Como a Lei da poluição visual pode influenciar no tamanho ou modelo da fachada do seu empreendimento?

Resta estabelecido que, cada estabelecimento poderá ter na fachada apenas um anúncio indicativo com todas as informações imprescindíveis ao público, que deverá ter um tamanho máximo, definido de acordo com a dimensão da testada, que é a linha divisória entre o imóveel e o logradouro ou via pública.

Dica útil: o tamanho da testada do imóvel aparece descrito no respectivo carnê do IPTU.

Para facilitar o cálculo do anúncio indicativo permitido, a lei agrupou os imóveis de São Paulo em três categorias, de acordo com a dimensão de suas testadas.
De um jeito simples, podemos dividi-los nesta cartilha da seguinte forma:

Imóvel Pequeno
É aquele que possui testada inferior a 10 metros. Nesse caso, a área total do anúncio com o nome do estabelecimento não poderá ser maior do que 1,5 m2.

Imóvel Médio
Encaixa-se nessa categoria aquele imóvel cuja testada é igual ou superior a 10 metros e inferior a 100 metros lineares. Nessa situação, o tamanho máximo permitido para a colocação de placa com o nome do estabelecimento será de 4 m2.

Imóvel Grande
É aquele estabelecimento que possui testada de tamanho igual ou superior a 100 metros lineares. Segundo a Lei Cidade Limpa, esse tipo de imóvel poderá receber dois anúncios indicativos em sua fachada. Mas, atenção: a área total de cada um deles não poderá ultrapassar 10 m2. Além disso, os anúncios deverão também estar separados por uma distância mínima de 40 metros.

Avanço sobre o passeio público
Cada anúncio indicativo só poderá avançar até 15 centímetros sobre a calçada ou passeio público, se o imóvel estiver no alinhamento. A placa deverá também estar a uma altura mínima de 2,20 metros do solo.

Cumpre salientar que, o descumprimento da lei implicará em varias de punições, como intimação, multa, multa com reincidência (valor em dobro), cancelamento de licença/autorização (quando houver) e remoção do anúncio.

Como divulgar seu negócio sem contribuir para a poluição visual?

Primeiramente você deverá se atentar à lei que regula ás fachadas da sua cidade, sendo extremamente necessário o cumprimento da legislação para que não haja qualquer ilegalidade no seu anúncio.

Conhecida toda a legislação sobre a paisagem e estética da sua cidade, é imprescindível que você contrate uma empresa especializada para realizar o serviço desejado.

Assim, se você tem um negócio e não sabe como divulgá-lo, a melhor solução é atentar-se para as leis que proíbem a poluição visual, sendo ainda indispensável ao construir uma nova fachada, a contratação de uma empresa competente para que a placa não descumpra aquilo que é previsto em lei.

Gostou das nossas dicas? Tem duvidas sobre como fazer a fachada do seu empreendimento? Deixe seu comentário no nosso post! Confira também sobre o poder da comunicação visual e do merchandising no ponto de venda. Até a próxima!

Fonte: http://www.petink.com.br/poluicao-visual-lei-cidade-limpa/

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A embalagem certa para seu delivery

O serviço de tel03062016e-entrega de comidas é uma das modalidades que mais crescem no Brasil. Conhecido popularmente como delivery o serviço teve um salto de grandes proporções nos últimos anos com o surgimento de aplicativos via celular para pedir comida em casa. Seguindo esta tendência de crescimento muitos estabelecimentos estão investindo em embalagens diferenciadas para agradar ainda mais seus clientes.

Não importa qual o tipo de comida o seu estabelecimento trabalha, existem embalagens para todos os tipos de refeições, capazes de apresentar o produto ao cliente praticamente da mesma forma como é servido no restaurante, mantendo a apresentação, aroma e temperatura. Embalagens particionadas, que impedem que os alimentos se misturem, com materiais isolantes apropriados para manter o alimento aquecido e a salada fresquinha.

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03062016APara hamburguerias e lanchonetes que servem sanduíches, há embalagens com design personalizado, em diversos tamanhos e formatos, até mesmo para sanduíches de 1 metro de comprimento.

Nem a comida japonesa fica de fora. Embalagens com películas transparentes tornam a apresentação do produto ainda mais agradável com formatos especiais até mesmo para temakis.

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As sobremesas também não podem ficar de fora. Embalagens exclusivas pa03062016Cra bolos, tortas, inclusive para churros são essenciais para o lanche da tarde.

E como as bebidas não podem ficar de fora, embalagens estilizadas em formato de sacolas trazem sofisticação e bom gosto com designs inovadores.

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A inovação nas embalagens para delivery trouxe diversos benefícios para quem trabalha com a modalidade de entrega. A apresentação diferenciada agrega mais valor ao produto e a personalização das embalagens com designs e cores exclusivos colaboram para o fortalecimento da marca dos restaurantes, bares e lanchonetes.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Restaurante investe em produtos de marca própria para faturar R$ 20 milhões

Exemplo que inovação e senso de oportunidade são princípios indissociáveis no mundo dos negócios acontece no Rio de Janeiro, onde o dono de uma rede de restaurantes começa a ganhar relevância com sua linha de produtos gourmet de marca própria, toda ela comercializada em empórios e supermercados sofisticados pelo Brasil.

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Andre Paraizo é sócio do Restaurante Bazzar, com quatro unidades na Zona Sul do Rio. Ao notar que os clientes procuravam pelos molhos e coberturas servidas pelo estabelecimento para levarem para casa, tratou de suprir essa demanda em escala industrial. Investiu R$ 4 milhões na adaptação da cozinha da rede – que já nutria as quatro unidaeds em operação – garantiu a distribuição dos produtos no supermercado de um cliente fiel e, hoje, tem na iniciativa quase 20% da receita anual do Bazzar, que chegou perto de R$ 20 milhões em 2011.

“A gente sempre pensou em uma marca que pudesse trazer novos negócios. Assim concebemos o Bazzar. Hoje em dia, acreditamos que a operação de marcas própria tem potencial para, em pouco tempo, se tornar o nosso principal negócio”, afirma Paraizo, que abriu seu primeiro restaurante em Ipanema no ano de 1998.

Com 19 produtos, a linha Bazzar tem desde molhos a coberturas, fondue de chocolate e cafés. Recentemente, a empresa introduziu um portfólio de sobremesas prontas à linha. Até o final, estão previstas uma linha de sopas em vidro e de iogurtes.

“A gente já está presente em 320 pontos de venda no Brasil, com destaques para o Supermercado Zona Sul, no Rio, Pão de Açúcar e Casa Santa Luzia, em São Paulo”, destaca o empreendedor, que espera faturar com o negócio de marcas próprias R$ 4 milhões até o final do ano. “Nossa expectativa é continuar crescendo cerca de 30% ao ano até 2015”, afirma.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,restaurante-investe-em-produtos-de-marca-propria-para-faturar-r-20-milhoes,2125,0.htm

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