Categoria: Leis E Regulamentos

Restaurantes: Saiba quais são as exigências do Inmetro para uma balança

Toda balança usada para transações comerciais deve estar de acordo com as exigências do Inmetro (portaria 236/94). Isso garante que nenhuma das partes envolvidas tenha prejuízo em uma compra ou venda de algo medido pelo peso. Vai comprar uma balança? Observe os itens abaixo e evite dor de cabeça.

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Placa de identificação

A portaria fala que toda balança deve apresentar algumas informações básicas que indicam sua origem e dados importantes para seu funcionamento, como classe, fabricante, modelo, entre outras. Estas informações estão contidas na chapa de identificação da balança, que é obrigatória.

Vejamos um exemplo de chapa de identificação e o que ela deve conter:

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Entendendo cada uma das informações:

  • Fabricante = Nome do fabricante, endereço e CNPJ;
  • Modelo = modelo no qual a balança foi registrada na portaria de aprovação de modelo (toda balança legalizada deve ter aprovação de seu modelo no Inmetro);
  • Mês/Ano = mês e ano de fabricação do equipamento;
  • Temperatura = faixa de temperatura que a balança está apta a trabalhar sem erros no resultado;
  • Série = número único que designa aquele equipamento;
  • Consumo = consumo de energia em Watts;
  • Port. Inmetro = número e ano da publicação da portaria de aprovação de modelo no Inmetro;
  • Máx: ou carga máxima, representa a capacidade máxima que se pode pesar naquele equipamento.
  • Min: ou carga mínima, representa o valor de carga abaixo do qual os resultados das pesagens podem estar sujeitos a um erro excessivo relativo a carga aplicada, e por isso deve-se evitar pesar abaixo deste valor.
  • “e” = valor da divisão de verificação “e”, é o valor utilizado para a classificação e verificação de balanças.
  • “d” = valor de divisão real, representa o valor da diferença entre duas indicações consecutivas, para uma indicação digital, e da diferença entre os valores correspondentes a duas marcas consecutivas para uma indicação analógica.
  • 19122016b= classe da balança, no caso, classe III

Selo do Inmetro

Este selo é colado na balança pelo fiscal do Inmetro e garante que ela passou pela verificação inicial logo após ser fabricada, além de atestar que a balança está dentro da faixa de erro aceitável pela legislação.

Lacre

Após a colocação do selo é aplicado o lacre (também pelo fiscal do Inmetro) para que ninguém mais consiga alterar as características metrológicas da balança até a mesma ser vendida.

Balanças sem portaria de aprovação de modelo no Inmetro, na maioria dos casos, não podem ser comercializadas no Brasil. A portaria 166/07 do órgão regulamentador descreve as situações nas quais o equipamento deve ter aprovação e em casos que a portaria 236/94 deve ser aplicada. Confira o item 1.2 da portaria 166/07.

  1. 2 Campo de aplicação
    1.2.1- Este regulamento aplica-se a todos os instrumentos de pesagem não automáticos, a seguir denominados “instrumentos”, que forem empregados para determinação da massa:

    1. para transações comerciais;
    2. para o cálculo de pedágio, tarifa, imposto, prêmio, multa, remuneração, subsídio, taxa ou um tipo similar de pagamento;
    3. para aplicação de uma legislação ou de uma regulamentação, ou para execução de perícias;
    4. na prática de profissionais da área da saúde no que concerne à pesagem de pacientes por razões de controle, de diagnóstico e de tratamento;
    5. para a fabricação de medicamentos e cosméticos;
    6. quando da realização de análises químicas, clínicas, médicas, de alimentos, farmacêuticas, toxicológicas, ambientais, e outras em que seja necessário garantir a fidedignidade dos resultados, a justeza nas relações comerciais, a proteção do meio ambiente e a saúde e a segurança do cidadão;
    7. de materiais utilizados em atividades industriais e comerciais cujo resultado possa, direta ou indiretamente, influenciar no preço do produto ou do serviço, ou afetar o meio ambiente ou a incolumidade das pessoas.

Fique atento e evite prejuízos com balanças que não atendem todos estes itens.

Fonte: http://www.toledobrasil.com.br/blog/artigos/detalhe/saiba-quais-sao-as-exigencias-do-inmetro-para-uma-balanca

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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APRENDA A CONSERVAR OS ALIMENTOS DO SEU RESTAURANTE E FIQUE EM DIA COM A VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Vigilância Sanitária e Conservação de Alimentos

 Nada pode arruinar a reputação de um restaurante mais rápido que uma avaliação negativa da Vigilância Sanitária. Os donos de restaurantes sabem que o inspetor sanitário possui um grande efeito na posição em que se encontram, mas hoje, eles também devem estar atentos ao que os consumidores escrevem nos sites de mídias sociais. A melhor abordagem para manter sua reputação intacta e seus consumidores retornando para mais refeições é praticando uma segurança alimentar apropriada em seu estabelecimento. Confira a seguir algumas dicas de segurança alimentar para manter seus clientes seguros e voltando para apreciar mais da sua comida deliciosa!

Evite um desastre de intoxicação alimentar

Se um consumidor pega intoxicação depois de comer no seu restaurante, a experiência com certeza vai lhe deixar uma impressão negativa permanente. Logo você tem que se preocupar sobre esse consumidor falar aos outros sobre essa experiência ruim, tanto pessoalmente quanto online. Evite doenças transmitidas por alimentos completamente com essas simples dicas, que deveriam ser praticadas em todas as cozinhas:

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Apenas diga não à contaminação cruzada

Carne crua, aves, frutos do mar e ovos são geralmente fontes de bactérias perigosas, tal como salmonela e outros contaminantes. Mantenha os itens crus longe dos outros alimentos a todo custo. Também, é importante que a carne e os ovos nunca sejam enxaguados na mesma pia que é utilizada para a preparação dos vegetais. Essa prática pode levar à contaminação da pia com o perigoso potencial de fazer mal aos seus clientes.

Se você possui uma pia específica para cuidar da carne, ainda é importante lavá-la, enxugá-la e higienizá-la quando finalizar o preparo do alimento. Tábuas de corte, facas e outros produtos etiquetados com cores podem te ajudar a prevenir uma contaminação cruzada de alimentos, ao evitar a confusão de utensílios designados para carnes dos usados para vegetais, por exemplo.

Evite uma reação alérgica

Para clientes que possuem alergia a certos alimentos, sair para comer fora pode ser uma experiência ameaçadora à própria vida, principalmente se equipe de cozinha do restaurante não praticar uma segurança alergênica apropriada. As 8 alergias alimentares mais comuns são: alergia ao leite, peixe, soja, nozes, amendoins, ovos, mariscos e trigo. Evite misturar esses alergênicos comuns com outros alimentos, ou pelo menos saiba informar aos seus clientes os pratos que contém esses produtos.

Fuja da “zona de perigo” alimentar

Quando se trata de segurança alimentar, uma das mais importantes coisas a se lembrar é a temperatura. A “zona de perigo” compreende qualquer temperatura entre 5 ºC e 57 ºC. Manter a comida longe da “zona de perigo” é imperativo para uma segurança alimentar correta no seu restaurante. O alimento que se encontra nesta zona de temperatura pode desenvolver bactérias perigosas, incluindo salmonela, que podem fazer com que os consumidores fiquem muito doentes.

Por esta razão, nunca descongele ou faça a marinada fora da geladeira. Quando for descongelar peixes ou carnes congeladas, utilize água limpa e corrente, ou deixe o alimento numa prateleira de baixo no interior da geladeira para prevenir que o caldo escorra em outros ingredientes. Durante o processo de degelo, é importante que o produto permaneça na sua embalagem original à prova d’água. Na hora de fazer a marinada, os itens devem ser armazenados em um pote selado.

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Coloque as pragas em seu devido lugar

Nada consegue enjoar o estômago do consumidor mais rápido que ver um roedor ou inseto no seu estabelecimento. As pragas não somente incitam o medo nos fregueses, mas também podem espalhar doenças perigosas para a comida da sua cozinha.

Utilize técnicas de higiene adequadas

É fácil limpar uma mesa ou balcão, mas existe um sistema especial para uma higienização correta. Primeiramente, retire da mesa as sobras e restos de alimentos. Em seguida, limpe a superfície com água quente e sabão. Para evitar contaminação química, o próximo passo é essencial: enxague a superfície com água e um pano limpo. Isso prepara a superfície para um saneamento com esterilizantes ou outros desinfetantes profissionais. Utilize esse processo nas mesas, cadeiras e em todas as superfícies de preparação de alimentos.

Ensine práticas sanitárias aos funcionários

Os funcionários da cozinha devem operar sem problemas e eficientemente, trabalhando juntos para trazer a melhor comida possível para os consumidores. Da mesma forma, eles também devem trabalhar juntos na luta contra doenças transmitidas por alimentos. Examine essas dicas de segurança alimentar com os seus empregados e certifique-se de eles passem a utilizar esse conhecimento na cozinha.

Para o benefício de todos os funcionários da cozinha, conduza uma inspeção sanitária simulada e coloque uma ênfase específica nas orientações de segurança alimentar. Não fique com medo de testar sua equipe sobre seu conhecimento sobre o assunto. Colocar em prática o que eles sabem pode ser a diferença entre um cliente tendo uma refeição agradável ou tendo um ataque violento de intoxicação alimentar.

 Preparação para uma inspeção sanitária

Alguns donos de restaurantes lidam com inspeções sanitárias com ansiedade ou frustração, especialmente se elas ocorrem durante as horas de pico do restaurante. Mas porque não olhar as inspeções como as oportunidades potenciais de aprendizado que elas são? Lembre-se: os inspetores sanitários não batem na porta do seu restaurante simplesmente para fechar seu estabelecimento.

Eles estão lá para certificar de que os produtos alimentares são manuseados e preparados de acordo com os regulamentos estaduais e locais que são projetados para proteger o público de doenças relacionadas com a comida. Dito isto, tire o máximo de proveito de suas inspeções sanitárias regulares com as dicas a seguir.

Prepare-se!

A maioria das operações de restaurantes é inspecionada de 1 a 4 vezes por ano. Logo, a melhor maneira de você se preparar é esperar que elas ocorram dentro de uma semana! Existem algumas pequenas coisas que você pode fazer para realizar efetivamente suas próprias inspeções e garantir que seu estabelecimento estará pronto para quando chegar o momento da inspeção oficial.

  • Sempre fique atento para os principais problemas de segurança, incluindo contaminação cruzada, higiene pessoal e exigências de tempo/temperatura de armazenamento dos alimentos.
  • Consulte o departamento de saúde local para descobrir quais são os regulamentos e formulários utilizados nas inspeções, para que você saiba exatamente o que os inspetores estarão buscando.
  • Comece suas inspeções de fora do restaurante, e se coloque no lugar do inspetor sanitário. As manutenções do exterior e da entrada do estabelecimento são bem feitas? As inspeções ocorrem em um nível bem objetivo, mas ter uma primeira impressão negativa não vai lhe ajudar nenhum pouco.
  • Conduza suas inspeções aleatoriamente, sem anunciar a data e o horário. Existe um turno no qual os funcionários trabalham pior que nos outros? Você deve fazer suas inspeções em tempos variados para que todos os empregados estejam igualmente preparados.
  • Pergunte aos seus empregados questões de segurança sobre as tarefas que eles executam para garantir que estão preparados para quaisquer inquéritos que possam vir do inspetor sanitário.

Fonte: http://www.programaconsumer.com.br/blog/aprenda-a-conservar-os-alimentos-do-seu-restaurante-e-fique-em-dia-com-a-vigilancia-sanitaria/

 

 

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Inspeção Sanitária em restaurante: como se comportar?

Descubra a melhor maneira de agir antes e durante a inspeção sanitária no seu restaurante

A Resolução nº 216 da Anvisa traz o Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Assim, cabe aos profissionais da Vigilância Sanitária fiscalizar se os bares e restaurantes do município estão seguindo todas as determinações previstas em lei.

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A visita de um fiscal pode causar certo nervosismo, principalmente para proprietários e gerentes de primeira viagem.

Por isso, preparamos um passo a passo de como se comportar durante a inspeção sanitária do seu restaurante.

1. Antecedência
A inspeção sanitária em restaurantes costuma acontecer sem aviso prévio, sendo mais recorrente em períodos de maior fluxo de clientes pela região (Ano Novo, Carnaval, eventos esportivos, etc). Se já fazem oito meses que a vigilância sanitária bateu na sua porta – ou se depois desse tempo nenhum fiscal apareceu ainda –, já está na hora de começar a preparar a casa para ser novamente avaliada.
Assim você ganha tempo para checar todos os itens e conferir se está tudo em ordem, podendo fazer eventuais reparos a tempo.

2. Oriente seus Funcionários
Eles precisam estar constantemente atentos aos cuidados no manuseio dos alimentos, à limpeza do ambiente, entre outros aspectos que transformam um restaurante num local saudável. Mas também é preciso orientá-los sobre como se comportarem durante a inspeção sanitária.
A rotina precisa se manter, porém de forma mais cuidadosa. Afinal, estão sendo avaliados. Não é hora de apontar culpados ou resolver questões antigas. Durante a inspeção sanitária, a equipe precisa trabalhar em conjunto. Os acertos se fazem depois.

3. Seja Solícito
Tentar esconder o jogo, impedir o recolhimento de material (levar amostras dos alimentos mantidos na cozinha, por exemplo, é uma prática comum da Vigilância Sanitária) ou evitar responder às perguntas do fiscal só vai deixá-lo em maus lençóis.
Contribua para que a inspeção sanitária do restaurante ocorra como se deve. Afinal, é a saúde dos seus clientes que está em jogo.

4. Siga as Instruções Recomendadas
Quando alguma irregularidade é identificada, a Anvisa dá um prazo (em geral, de alguns meses) para que o restaurante ajuste os itens problemáticos. Para isso, dão uma série de instruções de como esse ajuste deve ser feito.
Siga as orientações recebidas e as coloque em prática o mais breve possível.

5. Aprenda com os Erros
Inspeções sanitárias em restaurantes são uma boa maneira de perceber problemas de gestão que estavam camuflados em meio à rotina do estabelecimento.
Preste atenção ao que for apontado: mantenha o que está adequado e corrija aquilo que foge às normas.
A reputação do seu restaurante agradece.

Fonte: http://www.artigos-barerestaurantes.com.br/

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Como registrar uma marca de restaurante?

15072016BA Associção Brasileira de Bares e Restaurantes, a ABRASEL, publicou recentemente um artigo muito interessante sobre como registrar uma marca de restaurante e garantir identidade e exclusividade no que diz respeito aos ícones ligados ao seu estabelecimento.
É importante compreender como registrar uma marca de restaurante, pois o valor do negócio também está na marca. Não ignorando a importância do atendimento prestado, o ponto comercial onde está localizado e a qualidade dos produtos ofertados aos clientes. A principal função da marca é servir como identidade de confiança e relacionamento do público com o estabelecimento.


Segundo Vinícius Oliveira, advogado da Totall Marcas & Patentes, escritório especializado em Propriedade Intelectual, há um problema cultural no Brasil de não registrar a marca no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) ainda no planejamento da empresa. Na pressa de serem ultrapassados pela concorrência, muitos empreendimentos começam a operar sem um registro de marca, que proteja o nome e a logomarca da empresa.


Fala-se pouco sobre como registrar uma marca de restaurante. O resultado desse descuido pode ser a obrigatoriedade da mudança da marca, sob ação judicial, que pode ter como consequência a desconfiança e o afastamento da clientela. Em um mercado onde as marcas de sucesso são costumeiramente copiadas, a necessidade do registro engloba, além da contribuição para o valor agregado da empresa, a questão protetiva.
O pedido de registro de marca garante ao seu titular ou depositante o direito de uso exclusivo no território nacional pelo período de dez anos, a partir da data da concessão. O registro pode ser prorrogado por sucessivos períodos de dez anos.

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Passo a passo

O advogado explica a necessidade da viabilidade de marcas, que na prática, significa consultar se uma marca já possui ou não registro feito por terceiros. Oliveira cita como exemplo um de seus clientes que estava iniciando as operações em uma casa de shows em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte. Após consulta, constatou que já havia uma boate no Rio Grande do Sul com o mesmo nome. A marca da casa de shows mineira foi trocada. Dois meses depois, morreram 242 pessoas na Boate Kiss, em Santa Maria, marca originalmente escolhida pelo empresário mineiro que, se continuasse com o nome, teria dificuldade em desassociar o seu empreendimento da repercussão negativa do que houve na boate gaúcha.

Existindo a viabilidade de cadastro da marca escolhida, o segundo passo é pagar a taxa federal do INPI e os honorários profissionais– que geralmente giram em torno de três salários mínimos por processo. Com o pedido iniciado e após o exame formal, que tramita aproximadamente em 90 dias, a marca é publicada na Revista da Propriedade Industrial do INPI. A partir disso, abre-se um prazo de 60 dias para que terceiros que se sintam lesados com a concessão da marca apresentem uma oposição administrativa.

São analisadas todas as possibilidades de proibição, que vão desde a simples repetição de marcas, nomes foneticamente semelhantes e até tentativas de mau uso ou oportunismo – “tomar carona” no sucesso de outra marca, por exemplo.

Em caso de existência de nomes e logos semelhantes entre dois ou mais restaurantes – o que pode induzir o cliente à confusão – é necessário que a empresa consulte um escritório especializado em propriedade industrial (marcas e patentes). Nestes casos, a marca ficará, sob direito, com estabelecimento que detém o registro no INPI. A empresa pode enviar, em caráter amigável, uma notificação extrajudicial estipulando um prazo para que aquele que faz uso indevido da marca, deixe-o de fazer, sob pena de serem tomadas medidas judiciais cabíveis.

Fonte: http://www.inffel.com/

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Poluição Visual: conheça as leis que regulamentam as fachadas

19072016Atualmente com o grande crescimento e evolução das cidades, o meio ambiente dos centros urbanos vem sendo degradado pela abundância de imagens, cores, placas, setas, outdoors, faixas, marcas de produtos e mídia eletrônica. A dita poluição visual não afeta somente o visual das cidades, mas também a saúde de toda  sua população.

Uma das formas de combater a poluição visual é através de limitações administrativas, que se baseiam na função social da propriedade,  bem como na defesa do meio ambiente e do consumidor.

Assim, compete ao Município legislar acerca da colocação de placas, “outdoors”, letreiros luminosos e  ainda sobre a ocupação do solo urbano em geral.

Dessa forma, certos municípios, quando tentam revitalizar regiões degradadas pela poluição visual, baixam normas determinando que as lojas e outros causadores desse tipo de poluição mudem suas fachadas a fim de tornar a cidade mais harmônica e esteticamente agradável aos moradores e turistas.

E você? Sabe como divulgar seu negócio? Quer atrair mais clientes para crescer? Confira aqui as leis que regulamentam as fachadas!

Leis que combatem a poluição visual

Nosso ordenamento jurídico traz diversas limitações aos anúncios para que não haja poluição no visual dos centros urbanos.

Podemos começar trazendo como exemplo de legislação, as limitações administrativas à publicidade comercial (Código de Posturas Municipais, regulamentos específicos sobre publicidade etc.) que são uma das formas de combate à poluição visual nas grandes cidades. Em São Paulo a lei da cidade limpa nº 14.223/2006, trouxe regras para a colocação de anúncios indicativos nas fachadas dos imóveis. Tal legislação introduziu uma norma geral a ser seguida por todos os estabelecimentos, sejam públicos ou privados.

Também, há previsão ao combate á poluição visual na  lei federal n° 4.717/65, a qual regula a ação popular, esta lei considera patrimônio público “os bens e direitos de valor econômico, artístico, estético, histórico ou turístico” (art. 1º, § 1º). Temos ainda os bens e direitos de valor estético que são objeto de proteção judicial através da ação civil pública (Lei Federal n° 7.347/85)

Já o Código Eleitoral dispõe que “não será tolerada propaganda que prejudique a higiene e a estética urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição de direito” (art. 243, inc. VIII).

Assim, de acordo com os dispositivos citados, podemos afirmar que o visual das cidades urbanas, são valores protegidos legalmente. Contudo, é necessário, identificar a existência da poluição visual através da interferência esteticamente prejudicial na paisagem urbana.

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Como a Lei da poluição visual pode influenciar no tamanho ou modelo da fachada do seu empreendimento?

Resta estabelecido que, cada estabelecimento poderá ter na fachada apenas um anúncio indicativo com todas as informações imprescindíveis ao público, que deverá ter um tamanho máximo, definido de acordo com a dimensão da testada, que é a linha divisória entre o imóveel e o logradouro ou via pública.

Dica útil: o tamanho da testada do imóvel aparece descrito no respectivo carnê do IPTU.

Para facilitar o cálculo do anúncio indicativo permitido, a lei agrupou os imóveis de São Paulo em três categorias, de acordo com a dimensão de suas testadas.
De um jeito simples, podemos dividi-los nesta cartilha da seguinte forma:

Imóvel Pequeno
É aquele que possui testada inferior a 10 metros. Nesse caso, a área total do anúncio com o nome do estabelecimento não poderá ser maior do que 1,5 m2.

Imóvel Médio
Encaixa-se nessa categoria aquele imóvel cuja testada é igual ou superior a 10 metros e inferior a 100 metros lineares. Nessa situação, o tamanho máximo permitido para a colocação de placa com o nome do estabelecimento será de 4 m2.

Imóvel Grande
É aquele estabelecimento que possui testada de tamanho igual ou superior a 100 metros lineares. Segundo a Lei Cidade Limpa, esse tipo de imóvel poderá receber dois anúncios indicativos em sua fachada. Mas, atenção: a área total de cada um deles não poderá ultrapassar 10 m2. Além disso, os anúncios deverão também estar separados por uma distância mínima de 40 metros.

Avanço sobre o passeio público
Cada anúncio indicativo só poderá avançar até 15 centímetros sobre a calçada ou passeio público, se o imóvel estiver no alinhamento. A placa deverá também estar a uma altura mínima de 2,20 metros do solo.

Cumpre salientar que, o descumprimento da lei implicará em varias de punições, como intimação, multa, multa com reincidência (valor em dobro), cancelamento de licença/autorização (quando houver) e remoção do anúncio.

Como divulgar seu negócio sem contribuir para a poluição visual?

Primeiramente você deverá se atentar à lei que regula ás fachadas da sua cidade, sendo extremamente necessário o cumprimento da legislação para que não haja qualquer ilegalidade no seu anúncio.

Conhecida toda a legislação sobre a paisagem e estética da sua cidade, é imprescindível que você contrate uma empresa especializada para realizar o serviço desejado.

Assim, se você tem um negócio e não sabe como divulgá-lo, a melhor solução é atentar-se para as leis que proíbem a poluição visual, sendo ainda indispensável ao construir uma nova fachada, a contratação de uma empresa competente para que a placa não descumpra aquilo que é previsto em lei.

Gostou das nossas dicas? Tem duvidas sobre como fazer a fachada do seu empreendimento? Deixe seu comentário no nosso post! Confira também sobre o poder da comunicação visual e do merchandising no ponto de venda. Até a próxima!

Fonte: http://www.petink.com.br/poluicao-visual-lei-cidade-limpa/

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Formação de Preço de Venda para Restaurantes e Bares

Bem vindo ao treinamento sobre “Formação do preço de vendas para restaurantes e bares”. Muitos empresários ou futuros empreendedores apresentam certa dificuldade quando necessitam definir o preço de venda de seus produtos e serviços. Esta dificuldade está associada principalmente à falta de conhecimento das técnicas que devem ser utilizadas para precificar o produto. A consequência disto são produtos que não apresentam o preço de venda ideal para cobrir os custos diretos e indiretos do empreendimento e muito menos proporcionar uma boa margem de lucro. Em muitos casos podemos detectar até prejuízos. Podemos dizer que é com ter um cano de água vazando onde não podemos ver.

Neste treinamento vamos abordar as técnicas mais utilizadas e os fatores que podem influenciar na formação do preço de venda dos produtos do cardápio, tanto para restaurantes alla carte como para restaurantes self-service. Vamos compreender qual a relação entre o preço, o mercado consumidor e concorrência para encontrarmos um denominador comum ao precificarmos o nosso produto. Com exemplos práticos e uma metodologia de fácil entendimento no final deste treinamento você estará apto para precificar seus produtos com segurança

Este treinamento contém:
Vídeo-aula com duração aproximada de 35min.
Arquivos de apoio como pesquisa de mercado, avaliação de produto e calculo de buffet self-service.
Planilhas totalmente automatizadas, Os cálculos da planilha são realizados automaticamente
Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

Assista alguns trechos desta vídeo aula abaixo:

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DESMISTIFICANDO AS CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

A (NR24) Norma Regulamentadora 24  trata do conforto e higiene nos locais de trabalho e das instalações. Conheça melhor esta Norma.10052016

Higiene e conforto nas refeições

Empresas urbanas, ruraisou órgãos governamentais cujo contrato de trabalho obedece à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) devem oferecer a seus empregados e servidores conforto e higiene para realizarem suas refeições no intervalo do trabalho.Se o trabalhador levar sua refeição, a empresa deve garantir condições de conservação, higiene e meios para aquecê-la.Nos locais de trabalho deve existir 1/4 de litro água potável por hora/homem, o bebedouro deve ser 1 para cada 50 trabalhadores.O local de armazenamento de água não-potável deve conter aviso sobre a impotabilidade.

Sanitários

Devem ter 1m² cada, separados por sexo, estarem higienizados e sem odores, e manter as seguintes normas:

  1. Sanitários masculinos: mictório de porcelana ou equivalente, com descarga manual ou automática;
  2. Piso: impermeável, lavável, acabamento liso, inclinado para os ralos de escoamento;
  3. Paredes: construídas com tijolos, revestidas por material lavável e impermeável;
  4. Cobertura: telhas de barro ou fibrocimento apoiadas em estrutura metálica ou de madeira;
  5. Janelas: caixilhos fixos, a parte inferior deve ter 1,50m de altura a partir do piso;
  6. Vidros: incolores e translúcidos, correspondentes a 1/8 da área do piso;
  7. Vasos sanitários: instalados em compartimentos individuais e ventilados;
  8. Lavatórios: de calhas impermeáveis e laváveis, torneira de metal, uma para cada 20 trabalhadores. Deve haver material individual para limpeza e secagem das mãos. Nas atividades insalubres,   em exposição a substâncias tóxicas, sujeira etc, as instalações devem contar com um lavatório e um chuveiro para cada 10 colaboradores;
  9. Banheiros: chuveiros providos de água quente e portas.

O esgoto não pode ter ligação com o trabalho, tampouco com os locais destinados às refeições.Nas indústrias alimentícias, os vasos sanitários devem permanecer isolados para não contaminarem os locais de trabalho.Estabelecimentos bancários, escritórios etc, de acordo com a autoridade competente, podem não ter mictórios e chuveiros, ou tê-los em quantidade reduzida.

Vestiários

Em estabelecimentos industriais ou que exijam troca de roupas, são imprescindíveis vestiários separados por sexo, 1,50m² para cada trabalhador, considerando:

  1. Paredes: de alvenaria, revestidas de material impermeável e lavável;
  2. Piso: impermeável, lavável e de acabamento liso;
  3. Cobertura: de estrutura metálica ou madeira, com telhas translúcidas;
  4. Janelas: têm caixilhos fixos, com vidros incolores e translúcidos, cujo total corresponda a 1/8 da área do piso;
  5. Iluminação: lâmpadas incandescentes de 100 W/8m² de área com pé-direito de 3m;
  6. Armários: individuais, pintados com tintas laváveis, ou revestidos de fórmica.

Refeitórios

Empresas com mais de 300 funcionários devem dispor de refeitório, de 1m² por usuário, abrigando 1/3 do total de empregados por turno. A circulação principal deve ter largura de 75cm, entre bancos e paredes 55cm de largura. Também deve existir:

  1. Iluminação: lâmpadas incandescentes de 150 W/6m² de área com pé direito de 3m;
  2. Piso: impermeável e lavável, revestido de cerâmica ou outro material lavável;
  3. Paredes: revestimento liso, resistente e impermeável, até a altura de 1,50m;
  4. Mesas e assentos: suficientes ao número de usuários;
  5. Aquecimento do alimentos: estufa, fogão ou similar;
  6. Limpeza, arejamento e boa iluminação são imprescindíveis.

Se a quantidade de trabalhadores for inferior a 30, as condições de conforto devem ser mantidas, segundo as normas de autoridade competente em Segurança e Medicina do Trabalho (SMT).

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Os estabelecimentos dispensados das exigências desta NR24 são:

  1. Comerciais, bancários e afins que interrompam suas atividades por 2 horas;
  2. Indústrias localizadas em cidades do interior, que mantenham vila operária, ou se for permitido realizar a alimentação em suas residências;
  3. 30 ou menos trabalhadores, a critério da autoridade de SMT poderão ser permitidas as refeições nos locais de trabalho, interrompendo as atividades laborais.

Cozinha

Deve estar próxima aos refeitórios e ligada a eles por meio de aberturas por onde servem-se as refeições. A estrutura deve ter:

  1. Paredes: de alvenaria de tijolo comum, em concreto ou madeira, com revestimento de material liso, resistente, impermeável e lavável em toda sua extensão;
  2. Piso: semelhante ao do refeitório;
  3. Portas: metálicas ou de madeira de 1m por 2,10m;
  4. Janelas: de madeira ou ferro, pintadas a tinta a óleo, se forem de ferro; com tinta especial que retarde a ação do fogo, se forem de madeira;
  5. Ventilação: aberturas suficientes para aeração, protegidas por telas;
  6. Lâmpadas: incandescentes de 150 W/4m² com pé direito de 3m.

É indispensável que os funcionários da cozinha disponham de sanitário e vestiário próprios.

Alojamento

Cada dormitório deve abrigar até 100 operários. As áreas são dimensionadas de acordo com as camas (apenas duas na mesma vertical) e armários. Devem ter:

  1. Um pavimento ou dois, no máximo;
  2. Área de circulação interna de 1m. Pé direito com dimensões de 2,6m para camas simples e 3m para duplas;
  3. Paredes: alvenaria, concreto ou madeira;
  4. Piso: impermeável, lavável, de acabamento áspero;
  5. Cobertura: estrutura metálica ou de madeira, as telhas podem ser de barro ou fibrocimento;
  6. Portas: metálicas ou de madeira, abertura para fora, medindo 1m x 2,10m a cada 100 operários;
  7. Janelas: madeira ou ferro de 60cm x 60cm;
  8. Iluminação: lâmpadas incandescentes de 100W/8m² de área com pé direito de 3m:
  9. Fiação: protegida por eletrodutos;
  10. Pintura: paredes, portas, janelas e móveis pintados com tinta de base plástica, se forem de alvenaria; de ferro: tinta a óleo; de madeira: tinta especial retardante à ação do fogo;
  11. Camas: metálicas ou de madeira;
  12. Armários: uso individual, de aço ou madeira, 60cm de frente x 45cm de fundo x 90cm de altura.
  13. Corredores de alojamentos com mais de 10 metros de comprimento: vãos para o exterior com área não inferior a 1/8 do respectivo piso.

Neste post foram apresentadas as principais partes da (NR24) Norma Regulamentadora 24, esperamos que ele possa ter ajudado você!

Fonte:http://zanel.com.br/blog/nr24-desmistificando-as-condicoes-sanitarias-e-de-conforto-nos-locais-de-trabalho/

 

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Especialista alerta sobre cobranças indevidas em bares e restaurantes

Os frequentadores de bares, casas noturnas e restaurantes também têm seus direitos garantidos pelo Código do Consumidor. Além do ambiente agradável, bom atendimento e qualidade dos serviços prestados, o cliente deve ficar atento, pois alguns estabelecimentos comerciais desrespeitam normas.

Supermarket shop. Closeup of paper check receipt bill in human hand. Paying and retail.

O presidente da Fundação Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-Uberaba), Leonardo Sivieri Varanda, esclarece que os cardápios são obrigados a informar, claramente, os ingredientes e características dos produtos e os preços. “O cardápio deve demonstrar em gramas as porções e deve estar também na porta do bar/restaurante. A taxa de serviço é uma gorjeta, sendo o pagamento facultativo. O consumidor deve ser informado (no cardápio ou na própria conta) sobre a opção do pagamento, além do valor cobrado”, explicou.

O presidente do Procon lembra que o couvert artístico é uma cobrança pela apresentação artística, geralmente musical, a qual é legal. “O valor cobrado e os dias e horários de apresentações devem ser afixados em local visível, logo na entrada do estabelecimento, para que o consumidor possa ser previamente informado. Já o couvert entrada, os petiscos servidos antes do prato principal, só podem ser cobrados se o consumidor for consultado previamente. Cobrar o couvert sem a autorização do consumidor é prática abusiva. Se for servido, é amostra grátis”, pontuou.

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Desvio – Leonardo enfatiza que o estabelecimento tem que ter o controle dos gastos do consumidor, mesmo com a distribuição da comanda. “Se o estabelecimento repassa a responsabilidade do controle de gastos ao consumidor, em caso de perda, deve acreditar no valor que ele declara ter consumido”, alertou.

O advogado acrescentou que os estabelecimentos comerciais não são obrigados a aceitar cartões e cheques, porém, caso aceitem, não podem impor um valor mínimo para efetuar o pagamento ou fazer qualquer tipo de discriminação. “Caso o restaurante esteja sem sistema, deve avisar previamente os consumidores antes que eles façam o pedido, visando evitar constrangimento na hora de pagar a conta”, expôs.

O presidente do Procon sublinha que é indispensável o consumo consciente, para evitar o desperdício de alimentos, mas cobrar qualquer valor de quem não come tudo o que colocou no prato é abusivo. “Configura vantagem manifestamente excessiva pelo restaurante. O estabelecimento deve avisar ao consumidor o tempo de espera do seu pedido. Caso isso não ocorra e a demora for excessiva, o consumidor tem o direito de ir embora. Não é necessário pagar pelo pedido que não veio e, sim, somente pelo que consumiu”, concluiu. (SN)

Fonte: http://www.jornaldeuberaba.com.br/cadernos/geral/27909/especialista-alerta-sobre-cobrancas-indevidas-em-bares-e-restaurantes

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Video Aula – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurante

O treinamento em vídeo “Elaboração Ficha Técnica para Restaurantes” aborda de maneira bastante didática todo o processo de criação de fichas técnicas para as receitas do seu restaurante, bar ou lanchonete.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelo administrador de um restaurante, bar ou similar é conseguir quantificar os custos de sua produção. Conhecer a margem real de lucro só é possível se você conhecer seu custo efetivo.  Restaurantes bem sucedidos e grandes redes de franquia conseguem ter sucesso no mercado de alimentação por possuírem um eficiente sistema de controle dos seus custos. Este treinamento permitirá a você aprender sobre as bases fundamentais para se chegar ao preço de custo de uma receita, como calcular o fator de correção, o índice de cocção e muito mais. Aprenda passo-a-passo, como elaborar uma ficha técnica corretamente,  os principais benefícios em implantar este controle e transforme seu estabelecimento num negócio de sucesso.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 50min.
  •  Fichas Técnicas em excel utilizadas no curso
  •  Fichas Técnicas em excel em branco para preenchimento de suas próprias receitas.
  •  Planilhas totalmente automatizadas, Os cálculos da ficha técnica são realizados automaticamente
  •  Calculadoras de conversão de medidas e regra de três
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

Assista alguns trechos desta vídeo aula abaixo:

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