Categoria: Equipamentos

Restaurantes: Saiba quais são as exigências do Inmetro para uma balança

Toda balança usada para transações comerciais deve estar de acordo com as exigências do Inmetro (portaria 236/94). Isso garante que nenhuma das partes envolvidas tenha prejuízo em uma compra ou venda de algo medido pelo peso. Vai comprar uma balança? Observe os itens abaixo e evite dor de cabeça.

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Placa de identificação

A portaria fala que toda balança deve apresentar algumas informações básicas que indicam sua origem e dados importantes para seu funcionamento, como classe, fabricante, modelo, entre outras. Estas informações estão contidas na chapa de identificação da balança, que é obrigatória.

Vejamos um exemplo de chapa de identificação e o que ela deve conter:

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Entendendo cada uma das informações:

  • Fabricante = Nome do fabricante, endereço e CNPJ;
  • Modelo = modelo no qual a balança foi registrada na portaria de aprovação de modelo (toda balança legalizada deve ter aprovação de seu modelo no Inmetro);
  • Mês/Ano = mês e ano de fabricação do equipamento;
  • Temperatura = faixa de temperatura que a balança está apta a trabalhar sem erros no resultado;
  • Série = número único que designa aquele equipamento;
  • Consumo = consumo de energia em Watts;
  • Port. Inmetro = número e ano da publicação da portaria de aprovação de modelo no Inmetro;
  • Máx: ou carga máxima, representa a capacidade máxima que se pode pesar naquele equipamento.
  • Min: ou carga mínima, representa o valor de carga abaixo do qual os resultados das pesagens podem estar sujeitos a um erro excessivo relativo a carga aplicada, e por isso deve-se evitar pesar abaixo deste valor.
  • “e” = valor da divisão de verificação “e”, é o valor utilizado para a classificação e verificação de balanças.
  • “d” = valor de divisão real, representa o valor da diferença entre duas indicações consecutivas, para uma indicação digital, e da diferença entre os valores correspondentes a duas marcas consecutivas para uma indicação analógica.
  • 19122016b= classe da balança, no caso, classe III

Selo do Inmetro

Este selo é colado na balança pelo fiscal do Inmetro e garante que ela passou pela verificação inicial logo após ser fabricada, além de atestar que a balança está dentro da faixa de erro aceitável pela legislação.

Lacre

Após a colocação do selo é aplicado o lacre (também pelo fiscal do Inmetro) para que ninguém mais consiga alterar as características metrológicas da balança até a mesma ser vendida.

Balanças sem portaria de aprovação de modelo no Inmetro, na maioria dos casos, não podem ser comercializadas no Brasil. A portaria 166/07 do órgão regulamentador descreve as situações nas quais o equipamento deve ter aprovação e em casos que a portaria 236/94 deve ser aplicada. Confira o item 1.2 da portaria 166/07.

  1. 2 Campo de aplicação
    1.2.1- Este regulamento aplica-se a todos os instrumentos de pesagem não automáticos, a seguir denominados “instrumentos”, que forem empregados para determinação da massa:

    1. para transações comerciais;
    2. para o cálculo de pedágio, tarifa, imposto, prêmio, multa, remuneração, subsídio, taxa ou um tipo similar de pagamento;
    3. para aplicação de uma legislação ou de uma regulamentação, ou para execução de perícias;
    4. na prática de profissionais da área da saúde no que concerne à pesagem de pacientes por razões de controle, de diagnóstico e de tratamento;
    5. para a fabricação de medicamentos e cosméticos;
    6. quando da realização de análises químicas, clínicas, médicas, de alimentos, farmacêuticas, toxicológicas, ambientais, e outras em que seja necessário garantir a fidedignidade dos resultados, a justeza nas relações comerciais, a proteção do meio ambiente e a saúde e a segurança do cidadão;
    7. de materiais utilizados em atividades industriais e comerciais cujo resultado possa, direta ou indiretamente, influenciar no preço do produto ou do serviço, ou afetar o meio ambiente ou a incolumidade das pessoas.

Fique atento e evite prejuízos com balanças que não atendem todos estes itens.

Fonte: http://www.toledobrasil.com.br/blog/artigos/detalhe/saiba-quais-sao-as-exigencias-do-inmetro-para-uma-balanca

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Fritador Fry Fritter 30 litros a gás com 3 Cestos Simples e 1 Cesto Duplo – PR-3000 BPG STYLE

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Fritador Fry Fritter 30 litros a gás com 3 Cestos Simples e 1 Cesto Duplo – PR-3000 BPG STYLE

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

  • Estrutura em aço inox escovado e cuba interna em aço inox;
  • Registro esfera para escoamento da água e do óleo;
  • Termômetro para controle de temperatura;
  • Rodízios para facilitar o deslocamento, os dois dianteiros com trava e os dois traseiros sem trava;
  • Opcional cabeçote para transição gás – elétrico (comercializado separadamente);
  • Capacidades de óleo: 30 litros / Água: 6 litros / Sal: 500gr
  • Área de fritura: 150x345x693mm
  • Consumo médio gás kg/h 1,0

Onde comprar:

https://www.menemaq.com.br/fritadores-e-tachos-agua-e-oleo-gas/fritador-fry-fritter-30-litros-a-gas-com-3-cestos-simples-e-1-cesto-duplo-pr-3000-bpg-style-p29768

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Garanta frituras sempre saborosas

Oferecer aos clientes frituras sempre crocantes e saborosas exige um certo cuidado com o óleo e com a fritadeira. As frituras do seu restaurante não apresentam uma boa crocância ou um sabor duvidoso após a fritura? Problemas com transbordamento de gordura? Veja algumas dicas de como cuidar bem de sua fritadeira e de como utilizar óleo corretamente para garantir boas frituras.

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Antes da Fritura

– Em fritadeiras elétricas, cobrir a resistência com a gordura previamente líquida, antes de iniciar o aquecimento;
– Fritadeira não deve possuir partes de cobre ou ferro;
– Não posicionar o termostato na posição máxima;
– Escorrer o máximo possível a água dos alimentos, se possível enxugá-los;
– Em alimentos a milanesa, retirar o excesso de farinha de rosca;
– Com alimentos congelados, não deixar que descongelem, adicioná-los diretamente na fritadeira em porções menores para manter a temperatura de fritura;
– Regular o aquecimento, limpeza de bicos em fritadeiras a gás;
– Completar o nível de gordura na fritadeira;

 Durante a Fritura

– Não utilizar temperaturas superiores a 200ºC;
– A quantidade de alimentos adicionada não deve baixar a temperatura em 10°C e o sistema de aquecimento deve estar dimensionado para rápida recuperação da mesma;
– Remover os fragmentos dos alimentos, sempre que visível;
– Não utilizar utensílios de cobre ou ferro;
– Manter nível de gordura na fritadeira;
– Não misturar gordura com óleo;
– Não adicionar sal diretamente na fritadeira ou no cesto de fritura;
– Regular a temperatura da gordura para 60 – 70ºC, enquanto não estiver fritando.

Após Fritura

– Filtrar a gordura com filtro mecânico, ou pano de algodão. Não usar palha de aço ou outros materiais que contenham ferro ou cobre;
– Lavar a fritadeira diariamente com água e detergente. Enxaguar até eliminar resíduos de detergente. Efetuar a mesma recomendação para o sistema de filtragem;
– Abastecer fritadeira com gordura nova e a gordura usada para completar o nível.

Fonte: http://www.sogordura.com.br

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Chopeira self-service? Novidade pode mudar o jeito de beber cerveja

15072016Apreço pela boa cerveja e profundo conhecimento em tecnologia. Esses dois ingredientes foram fundamentais para os irmãos João e Mateus Bodanese, radicados em Florianópolis, criarem um produto que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros degustam e se divertem nas rodas de cerveja. Batizado de myTapp, é um sistema eletrônico capaz de transformar qualquer chopeira em uma máquina self-service. O funcionamento é simples e prático. O consumidor utiliza um cartão pré-pago para desbloquear a máquina e então coloca quanto quer da bebida no copo, sem precisar do garçom.

Essa novidade começou a funcionar há poucos meses, mas já traz resultados. Ao permitir que o consumidor compre apenas aquilo que vai beber, a chopeira eletrônica dá autonomia aos clientes. É possível, por exemplo, servir somente 100 ml. “O controle no consumo individual do self-service conquistou um público novo, que até então conhecia poucas opções de cervejas. O sistema permite que a pessoa deguste vários tipos da bebida até escolher o que mais gosta”, explicou João.

Quando chega ao bar, o cliente coloca um crédito no cartão pré-pago (pode ser um token). Cada vez que ele pegar uma cerveja, vai descontar daquele valor o que ele consumiu. Se serviu 125 ml, paga por isso. A cada copo é possível acompanhar quanto você gastou e qual seu saldo.

Os benefícios da myTapp se estendem para a interação entre os usuários. Nos bares onde o produto vem sendo utilizado percebeu-se claramente como a chopeira eletrônica vira o centro de bate-papo e aproxima desconhecidos. Quem já usa o sistema, por exemplo, se dispõe a ajudar os “novatos”. Além disso, consumidores trocam opiniões sobre os tipos de cerveja disponíveis e fazem recomendações uns aos outros. “Atende muito bem ao público que gosta de ir a bares para ficar em pé, circular no ambiente e conhecer novas pessoas”, explica João.

Ideia inspirada nos Estados Unidos

A ideia surgiu em 2014 quando João estava na Califórnia para um mestrado em Engenharia de Automação e Sistemas. Certa noite, ele foi com um amigo a um happy hour e se surpreendeu. Todo o bar funcionava no sistema self-service, com 44 chopeiras eletrônicas.
Na mesma hora, João tirou uma foto e enviou ao irmão Mateus, outro fã de cerveja.

De volta ao Brasil, João juntou forças com o irmão, engenheiro elétrico, no sonho de montar o próprio bar. O primeiro projeto era seguir o conceito americano: um pub todo automatizado. Os irmãos Bodanese iniciaram os estudos de viabilidade. O resultado foi desanimador. Sairia muito caro montar um bar e ainda desenvolver o sistema self-service do zero. Diante da dificuldade, se perguntaram: por que abrir um bar apenas para clientes de Florianópolis se podemos vender a tecnologia para o Brasil inteiro? Então, focaram apenas no desenvolvimento da chopeira eletrônica, acionando seus conhecimentos de tecnologia adquiridos durante a faculdade de engenharia. Os irmãos fundaram a startup myTapp e ganharam a companhia de mais três sócios: Guilherme Lima dos Santos, Thiago Ramos dos Santos  e Renan Torres.

O primeiro protótipo começou a funcionar na cervejaria Bode Brown, de Curitiba. Depois de um período de testes, o produto caiu nas graças dos clientes. A Bode Brown mantém atualmente um contêiner com 20 chopeiras eletrônicas. Em São Paulo, a myTapp  desenvolve parceria com uma grande cervejaria brasileira para popularizar o self-service em todo o país. Ainda em estágio embrionário, o projeto deve ganhar escala a partir de 2017.

A mudança no happy hour

Sucesso já garantido está na chopeira eletrônica instalada na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE), em Florianópolis, local que reúne várias empresas do setor. Por lá tem mesa de sinuca, redes para relaxar, minicopa, pufes, lounge e, desde o início do ano, quatro torneiras da myTapp. O produto confere ainda mais descontração no ambiente corporativo e dá aos funcionários uma nova opção para relaxar. Quem curte essa nova cultura é a publicitária Bruna Pires.

15072016AA chopeira mudou a dinâmica do happy hour e facilitou o convívio entre os colegas. Se antes sempre era preciso organizar um encontro no bar após o expediente, agora basta subir a escada, colocar chope no copo e iniciar a roda de conversa. “Depois de alguma reunião importante, da conquista de um novo parceiro ou de um dia corrido, vamos até lá bater um papo e descansar. É simples, barato e prático”, conta.

O self-service instalado no prédio dá mais autonomia para tomar um chope quando quiser, sem precisar combinar com alguém. “Muitas vezes vou sozinha e se tiver outra pessoa na chopeira começamos a conversar”, diz Bruna.

O uso da máquina, porém, não fica restrito aos encontros fora do expediente. É comum ver reuniões sendo realizadas próximas da myTapp e com copos de chope distribuídos entre laptops e documentos. Sim, cerveja também pode combinar com trabalho.

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Lavadoras de louças para restaurantes são um investimento, não despesas.

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Muitos restaurantes se sentem relutantes na aquisição de máquinas de lavar louças; em sua grande maioria os dois principais motivos são o valor do investimento e o consumo energético. Esta insegurança não se justifica, as lavadoras de louça atuais proporcionam uma grande economia para restaurantes e bares. Veja como seu restaurante pode economizar utilizando uma lava-louças:

 – Não é necessário realizar a pré-lavagem das louças antes de colocar na lava louças.

– Não se atente ao custo da lava-louças, mas sim à economia que ela proporcionará ao seu restaurante. Com uma lava-louças seu estabelecimento é capaz de economizar uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente à esta tarefa, considerando-se a economia com a folha de pagamento, encargos trabalhista e a diminuição da rotatividade de mão de obra o investimento se recupera em um curto espaço de tempo.

– O padrão de higienização da lava-louça garante ciclos rápidos de lavagem e os pratos e talheres serão sempre higienizados na temperatura ideal.

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– Ao contrário do que se pensa, as lavadoras de louças economizam muita água. Algumas lavadoras consomem até menos de um litro de água por ciclo, tarefa que seria completamente impossível de se realizar manualmente com apenas um litro de água. Consequentemente seu empreendimento terá um reflexo direto na economia de água, justificando mais uma vez o investimento.

 14062016A– Mas e os custos com energia elétrica e detergentes? Levando-se em conta toda a economia gerada com mão de obra e consumo de água, a elevação do custo energético não chega a 10% da economia obtida com a lava-louças. Com relação aos detergentes, os preços são bem mais em conta que no passado. Quando as lava-louças chegaram ao Brasil na década de 70, os detergentes eram todos importados, o que tornava bem oneroso lavar louças. Atualmente no Brasil existem vários fabricantes de detergentes, o que colaborou bastante para que possuam preços bem mais acessíveis.

 – Por fim outra economia gerada com a utilização de lava-louças é a quebra de pratos e copos que diminui consideravelmente devido à pouca manipulação por parte dos colaboradores durante a lavagem.

– As lava-louças atuais possuem ciclos de lavagem extremamente rápidos e com capacidades variadas, algumas possuem um ciclo de lavagem de 15 pratos, ou 20 copos ou 150 talheres por minuto. Considerando este ciclo é possível perceber a grande quantidade de utensílio que podem ser higienizados em apenas uma hora de operação.

Fonte: www.gestaoderestaurantes.com.br

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Quanto investir para montar um restaurante?

A primeira pergunta feita por todo empreendedor que planeja montar um restaurante ou bar é: Quanto investir para montar um restaurante?.

A princípio todos querem uma resposta imediata para sanar esta dúvida e descobrir se os recursos financeiros que possuem será suficiente para bancar o investimento, mas a resposta para este questionamento exigirá um pouco mais de esforço para que a decisão de montar ou não um empreendimento gastronômico seja tomada.

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 O primeiro passo a ser tomado é elaborar um Plano de Negócios. Não pense que um Plano de Negócios é um relatório de alta complexidade feito apenas por grandes executivos. Você é completamente capaz de preencher um plano de negócios. Mas afinal, porque fazer um plano de negócios? É no plano de negócio que você fará o levantamento completo do modelo do negócio que pretende montar e poderá extrair informações valiosas ao concluí-lo.

Primeiramente devemos detalhar como é o empreendimento que desejamos montar, que tipo de serviço irá oferecer, como será a infra-estrutura do local, a equipe de colaboradores, os equipamentos, a decoração, o cardápio, a reforma, o enxoval, os móveis e por aí vai. Neste primeiro cenário, as ideias podem tomar asas e em seguida ir para o papel.

Com o conceito inicial do empreendimento no papel vamos partir para a realidade e levantar todas as informações sólidas de que precisamos para saber se o empreendimento dos seus sonhos pode ser colocado em prática ou se necessitará de alguns ajustes.

Comece pesquisando os imóveis na área onde pretende montar seu empreendimento e obtenha os valores médios de aluguéis, pois eles terão grande impacto na sua despesa fixa mensal, exceto se você pretende adquirir um imóvel, neste caso o valor de aquisição terá uma parcela significativa no investimento inicial.

Defina um cardápio, mesmo que de forma primordial para levantar os tipos de cocções que o estabelecimento necessitará. Frituras, assados, grelhados, churrascos, caldos, etc. Tudo terá influencia direta quando for realizar orçamento de equipamentos e utensílios. Por falar em equipamentos, evite trabalhar com estimativas, esta é hora de arregaçar as mangas e fazer orçamentos in loco. Visite lojas do setor, faça um levantamento de preços, sonde sobre a qualidade dos utensílios, móveis e equipamentos.

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A reforma é outra parte fundamental que terá participação direta no capital de investimento. Reforma não é feita só de pintura. Em muitos casos paredes serão removidas, o encanamento e a parte elétrica necessitarão sofrer adaptações, portas, pisos, dentre vários outros quesitos precisam da reforma precisam se adequar ao seu orçamento.

Há itens que passam despercebidos pelos marinheiros de primeira viagem, por isso pesquisar bastante sobre o tema é fundamental. Caso o imóvel onde se pretende montar o restaurante não tenha sido um anteriormente, será necessário realizar adaptações específicas para o imóvel como instalação de coifas, ar condicionado, acesso para deficientes, banheiros para dois gêneros dentre outros.

Por fim, um dos mais importantes, mas desprezados por empreendedores de primeira viagem é o capital de giro necessário para manter o estabelecimento por pelo menos de 3 a 6 meses. Estabelecimentos recém-inaugurados, nem sempre atingem o ponto de equilíbrio nos dois primeiros meses, mas é preciso possuir um capital de giro suficiente para manter os funcionários e repor os estoques.

Seguindo estes passos você terá uma ótima oportunidade de iniciar um empreendimento que esteja dentro da sua realidade orçamentária com grandes chances de se tornar um negócio sólido num curto espaço de tempo.

fonte: http://www.gestaoderestaurantes.com.br

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Formação de Preço de Venda para Restaurantes e Bares

Bem vindo ao treinamento sobre “Formação do preço de vendas para restaurantes e bares”. Muitos empresários ou futuros empreendedores apresentam certa dificuldade quando necessitam definir o preço de venda de seus produtos e serviços. Esta dificuldade está associada principalmente à falta de conhecimento das técnicas que devem ser utilizadas para precificar o produto. A consequência disto são produtos que não apresentam o preço de venda ideal para cobrir os custos diretos e indiretos do empreendimento e muito menos proporcionar uma boa margem de lucro. Em muitos casos podemos detectar até prejuízos. Podemos dizer que é com ter um cano de água vazando onde não podemos ver.

Neste treinamento vamos abordar as técnicas mais utilizadas e os fatores que podem influenciar na formação do preço de venda dos produtos do cardápio, tanto para restaurantes alla carte como para restaurantes self-service. Vamos compreender qual a relação entre o preço, o mercado consumidor e concorrência para encontrarmos um denominador comum ao precificarmos o nosso produto. Com exemplos práticos e uma metodologia de fácil entendimento no final deste treinamento você estará apto para precificar seus produtos com segurança

Este treinamento contém:
Vídeo-aula com duração aproximada de 35min.
Arquivos de apoio como pesquisa de mercado, avaliação de produto e calculo de buffet self-service.
Planilhas totalmente automatizadas, Os cálculos da planilha são realizados automaticamente
Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

Assista alguns trechos desta vídeo aula abaixo:

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Sistema de Exaustão para Cozinhas Industriais

 O Sistema de Exaustão para Cozinhas Industriais consiste em retirar do ambiente os vapores e gases decorrentes dos processos de cozimento e frituras dos alimentos, deixando o ambiente da cozinha livre de odores e fumaça, assim como, manter a temperatura interna em níveis desejáveis de conforto.

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O Sistema de Exaustão para Cozinhas Industriais consiste em captar, tratar, conduzir os vapores e gases para fora do ambiente da cozinha, além de um sistema de insuflamento de ar externo para repor o ar exaurido pelo Sistema de Exaustão.

O Sistema de Exaustão e Ventilação são compostos pelos seguintes equipamentos:

O início do sistema é composto pelo CAPTOR ou Coifa, que fica instalado acima e abrangendo toda a área dos equipamentos de fritura e cozimento dos alimentos.

CAPTOR

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As Coifas mais utilizadas hoje em dia são:

Coifa central ou de Ilha, utilizada em áreas onde os equipamentos para preparo dos alimentos ficam localizado no centro da cozinha industrial;

Coifa de Parede, utilizada em áreas onde os equipamentos para preparo dos alimentos ficam encostados nas paredes da cozinha industrial;

Coifa aspiração frontal, bastante utilizada para equipamentos que geram muita gordura, como chapas, fritadeiras e chairbroilers;

Coifa Wash-Pull, a qual possui sistema de lavagem dos gases incorporados a ela;

Coifa Push-Pull, possui sistema de insuflamento de ar incorporado a ela formando uma cortina de ar em suas extremidades.

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As Coifas podem ser construídas em Aço Inoxidável ou Chapa Galvanizada com o mínimo de 0,94mm de espessura. As Coifas podem conter ou não acessórios como: Filtros metálicos removíveis  para retenção de gordura, calhas periféricas com drenos para retenção e limpeza dos óleos e condensados acumulados em seu interior e luminárias.

Os Dutos são utilizados para conduzir os gases e vapores, e podem ser confeccionados em chapas de aço carbono, aço inoxidável 430 e 304 ou aço galvanizado.

REDE DE DUTOS

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Podemos ter 2 tipos de Dampers nos Sistemas de Exaustão para Cozinhas Industriais, sendo um deles, o Damper de Regulagem, utilizado para ajuste da vazão dos gases.

DAMPER

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O Damper Corta Fogo é utilizado como prevenção contra incêndios no sistema.

O Exaustor é utilizado para movimentação do ar, puxando os gases e vapores para fora do ambiente.

EXAUSTOR

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O Exaustor pode ser de 2 tipos:

Exaustor Centrífugo: Esse exaustor tipo caracol, utiliza um rotor de pás curvadas para trás ou radial (para não armazenar gordura), acoplado a um motor elétrico através de polias e correias, contendo porta de inspeção e dreno para limpeza. É indicado para sistemas de exaustão de cozinhas, e contem as seguintes vantagens:

– Pode ser montado de acordo com a necessidade do projeto quanto à vazão e pressão estática necessária;

– Possui nível de ruído baixo;

– Fácil manutenção;

– Vida útil longa se realizadas manutenções preventivas.

– Utilizado somente em sistemas muito simples, onde a perda de carga do projeto não ultrapasse 20 mmca, devido a não ter pressão suficiente para fazer o ar vencer todos os obstáculos no percurso;Exaustor Axial: De carcaça tubular, utiliza uma hélice acoplada a um motor elétrico, podendo ser de acionamento direto com hélice e motor instalados em seu interior, ou acionamento indireto através de polias e correias com motor instalado fora do equipamento. Por ter um custo acessível, é bastante utilizado, mas com restrições:

– Nível de ruído muito alto;

– Difícil manutenção;

– Indicado para instalações em paredes ou telhados para promover renovações de ar dos ambientes;

– Não é indicado para sistemas de exaustão de gordura.

CAIXA DE VENTILAÇÃO

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A Caixa de Ventilação é utilizada para insuflamento de ar nas cozinhas. Possui gabinete metálico com filtros na captação de ar. O ar é ventilado através de um exaustor centrífugo de dupla aspiração com rotor tipo Siroco.

TRATAMENTO DO AR

Podemos adicionar alguns equipamentos para tratar os vapores de gordura e fuligens antes da sua dispersão no ambiente externo da Cozinha Industrial.

EXTRATORES DE GORDURA

Os Extratores de Gordura são utilizados para retenção e tratamento dos vapores de gordura e fuligens antes da dispersão na atmosfera.

Os mais utilizados são:

Lavadores: Através de processo de condensação, eles fazem o encharcamento, absorção ou neutralização dos poluentes em solução aquosa.

Precipitador eletrostático: Pelo processo de ionização com alta tensão elétrica do fluxo de exaustão, fazem a coleta de partículas em placas com polaridade oposta ao da assumida pelas partículas.

Filtro de Carvão Ativado: Esses filtros reduzem os odores, podendo ser utilizados nas saídas dos equipamentos de tratamento do ar. Sua eficiência pode se comprometida caso sejam utilizados em equipamentos onde possa ocorrer encharcamento a base de água como lavadores.

O tamanho e a capacidade deve ser de acordo com a vazão para não comprometer o Sistema de Exaustão.

TERMINAIS DE DESCARGA

Esses terminais tem o objetivo de proteger o Sistema de Exaustão contra entrada de água, captando e dissipando os gases e vapores.

GRELHAS e VENEZIANAS

As Grelhas e Venezianas são utilizadas para insuflamento, exaustão e descarga de ar nos sistemas de exaustão e ventilação.

Fonte: http://www.exaustoresventisilva.com.br/sistema-de-exaustao-para-cozinhas-industriais/

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Video Aula – Elaboração de Ficha Técnica para Restaurante

O treinamento em vídeo “Elaboração Ficha Técnica para Restaurantes” aborda de maneira bastante didática todo o processo de criação de fichas técnicas para as receitas do seu restaurante, bar ou lanchonete.

Uma das maiores dificuldades encontradas pelo administrador de um restaurante, bar ou similar é conseguir quantificar os custos de sua produção. Conhecer a margem real de lucro só é possível se você conhecer seu custo efetivo.  Restaurantes bem sucedidos e grandes redes de franquia conseguem ter sucesso no mercado de alimentação por possuírem um eficiente sistema de controle dos seus custos. Este treinamento permitirá a você aprender sobre as bases fundamentais para se chegar ao preço de custo de uma receita, como calcular o fator de correção, o índice de cocção e muito mais. Aprenda passo-a-passo, como elaborar uma ficha técnica corretamente,  os principais benefícios em implantar este controle e transforme seu estabelecimento num negócio de sucesso.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 50min.
  •  Fichas Técnicas em excel utilizadas no curso
  •  Fichas Técnicas em excel em branco para preenchimento de suas próprias receitas.
  •  Planilhas totalmente automatizadas, Os cálculos da ficha técnica são realizados automaticamente
  •  Calculadoras de conversão de medidas e regra de três
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

Assista alguns trechos desta vídeo aula abaixo:

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