Categoria: Gastronomia

Sete tendências do setor para 2017

Perda zero, novo ingrediente e comida artesanal estão entre os itens da lista

16012017

Início de ano costuma inspirar previsões e tendências que podem ou não se concretizar. O texto abaixo, divulgado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, estima comportamento do setor de gastronomia em 2017.

1.BYOB a sigla em inglês BYOB é uma abreviação para Build Your Own Bowl, algo como “monte sua própria tigela”. As chances de você gostar desse tipo de comida são enormes, ainda mais se você trabalha fora de casa e precisa se alimentar sem exageros, cuidando da gordura ou carboidrato. A ideia é simples: você faz suas escolhas entre vários ingredientes como verdes, carnes, massa, tofu, arroz, shitake, feijão, molhos e o atendente monta seu pedido em uma tigela. Este formato já é um sucesso nos Estados Unidos, onde muito norte-americanos têm escolhido combinar ingredientes asiáticos, mexicanos, italianos como uma opção de comida fresca e mais saudável.

2. Perda Zero Cozinhas dispensam uma quantidade enorme de alimentos diariamente. Vários chefs têm se pronunciado contra o desperdício e criado novos produtos com valor comercial baseados nas “perdas” e nos ingredientes com aparência “nem tão bonita”. O movimento, que tem apoio de pessoas famosas e grandes nomes da cozinha internacional, chama a atenção para tornar o uso de alimentos como um recurso de maior propósito para sociedade.

3. Produtos artesanais baseados em nichos de mercado já tiveram um expressivo aumento de volume, principalmente as bebidas como cervejas, cafés e sucos. Novos segmentos devem surgir com bom potencial de negócios como, por exemplo, sorvetes e chocolates artesanais. A criatividade de misturar sabores variados somada à versatilidade de produzir pequenos lotes de produtos, ganhará adeptos em nichos de mercado rapidamente.

4. Novos (e bons) ingredientes. De acordo com o relatório de 2016 da associação norte-americana Specialty Food Association (SFA), novos ingredientes devem surgir e serão muito conhecidos do mercado de alimentação por conta da sua rica capacidade nutricional, sabor agradável e sustentabilidade. É o caso das algas marinhas que são ricas em fibras, iodo e antioxidantes, são abundantes na natureza e têm baixo impacto ambiental. Nessa mesma trilha, surgem outros ingredientes como o inhame roxo e alimentos fermentados que também trazem benefícios à saúde e têm sabores agradáveis.

5. Saudável. Diante de uma crescente taxa de sobrepeso da população brasileira, onde mais de 53% dos adultos estão acima do peso, e de que metade das principais causas de morte sofrem influência direta da alimentação, é inevitável que o mercado de alimentação saudável continue prosperando no Brasil. Mais consumidores buscam opções saudáveis e estarão menos tolerantes aos ingredientes artificiais. Alguns varejistas preparam suas cadeias de suprimentos para trabalhar com ingredientes de origem conhecida e certificada, além de privilegiarem fornecedores locais e, ainda, alguns adaptarem seus processos para utilização de alimentos frescos, reduzindo, assim, o uso de alimentos enlatados e congelados.

6. Novos vegetarianos. Se você acha que os alimentos vegetarianos não têm sabor e são sem graça, melhor reconsiderar suas referências. Alimentos sem carne surgem com novas receitas, ingredientes poderosos e criativos que vão além de uma filosofia ou estilo de vida, tornando-se opções extremamente competitivas, saborosas, econômicas, livres de hormônios e com vários benefícios à saúde. Surgem consumidores conhecidos como “novos vegetarianos” que escolhem esse tipo de alimento para reduzir o consumo de carne.

7. Pop-up. Não se surpreenda se você ver surgir, e desaparecer, rapidamente novos restaurantes em casas vazias ou pontos comerciais disponíveis, assim como novas praças de alimentação com food trucks e instalações temporárias em terrenos livres ou estacionamentos. Os restaurantes temporários, também conhecidos como pop-ups, são novos meios favoritos dos chefs para expor suas criações culinárias contando com a alta atenção da sociedade ao redor de uma novidade, mas sem investir na estrutura pesada de um restaurante fixo.

Fonte: O Diário

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O restaurante sustentável precisa ser sexy’, diz Alex Atala

RIO – Em tempos de mudanças climáticas e aquecimento global, fazer uma boa refeição exige mais responsabilidade do que simplesmente escolher um prato no cardápio de um restaurante. A produção sustentável de alimentos é uma necessidade, e os consumidores exercem papel fundamental nessa mudança.

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– O resultado da alimentação dos últimos 50 anos é a obesidade, as doenças, o desequilíbrio e o aquecimento (do planeta) – disse o renomado chef Alex Atala, do restaurante DOM, no primeiro dia do Wired Festival Brasil, evento que acontece nesta sexta e sábado no Armazém Utopia, na Zona Portuária do Rio. – Como homem e cozinheiro, eu não acredito que esse será o futuro da alimentação.

Apontado como um dos melhores chefs do mundo pelo “Guia Michelin”, Atala acredita que o homem se desconectou do alimento. “Poucas pessoas no mundo reconhecem um pé de laranja sem fruta”, criticou. Segundo ele, é preciso ressignificar o termo “sustentabilidade”.

– As companhias tomam atitudes sustentáveis como a gente vai ao dentista – disse Atala. – Alimentação é prazer. Ter um restaurante sustentável precisa ser tão sexy quanto ter três estrelas.

E esse movimento, na opinião do chef, precisa partir do consumidor. É ele quem precisa criar a demanda ou deixar de comprar produtos não-sustentáveis. Não vai ser a grande indústria que vai alterar sua produção.

– O que seria a cozinha do futuro? Eu acredito na ética. Só tenho que perdir para as pessoas cozinharem, comprarem e comerem de acordo com a própria ética – recomendou. – A grande empresa de alimentação é atenta e esperta para ouvir o mercado.

E é nesse mercado que Alexandre Borges, diretor executivo da Mãe Terra, vem apostando desde que assumiu a companhia, há nove anos. O seu objetivo, disse, é “democratizar os orgânicos”, mas existem barreiras a serem superadas.

E assim como Atala, ele acredita que o primeiro grande desafio seja a ressignificação dos alimentos integrais e orgânicos. No senso comum, os produtos de alimentação saudável estão relacionados com dietas proibitivas, restrições, e não ao sabor e ao prazer.

– Existia um preconceito contra o produto saudável. Ele era feio, ruim. O primeiro desafio é tornar algo ligado à privação em uma coisa bacana, descolada – afirmou Borges.

O preço é outro problema. Por não ter a escala da grande indústria, muitas vezes os produtos orgânicos não conseguem alcançar um preço competitivo. Segundo Borges, a solução encontrada na Mãe Terra foi iniciar os projetos de desenvolvimento de produtos pelo preço final na gôndola. Se ele for muito elevado, o produto fica no papel.

Outra solução encontrada foi verticalizar a produção. Na compra de farinha de trigo, por exemplo, é impossível concorrer no preço com as grandes indústrias. Por isso, a empresa decidiu investir na produção própria de farinha. Além disso, foi preciso construir uma cadeia de fornecedores.

– Hoje, nós somos os maiores compradores de produtos orgânicos do país – disse Borges. – Nós contratamos agrônomos e fomos para o campo desenvolver os fornecedores, oferecendo apoio e contratos de longo prazo. É preciso fazer um planejamento com eles.

O Wired Festival Brasil é uma realização da Edições Globo Condé Nast e do jornal O GLOBO, apresentado pela Prefeitura do Rio e Rio Eventos, com patrocínio da Nextel e do Banco Original, apoio do Senai, C&A e Spotify, co curadoria da FLAGCX e produção da SRCOM. O evento acontece nesta sexta-feira e sábado no Armazém Utopia, na Zona Portuária do Rio.

Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/o-restaurante-sustentavel-precisa-ser-sexy-diz-alex-atala-20579229

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Economize no seu estabelecimento com 16 dicas fáceis de sustentabilidade do Sebrae

O futuro dos estabelecimentos de alimentação fora do lar passa pela sustentabilidade e o fim do desperdício, pois, oferecer produtos e serviços alinhados com preocupações com questões socioambientais tornou-se requisito de mercado. E práticas de gestão ambiental podem ser incorporadas por micro, médios e pequenos negócios.

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Negócios que adotam práticas sustentáveis têm seus custos reduzidos, aponta o Sebrae, afinal consomem menos água e energia, utilizam menos matéria-prima e geram menos resíduos devido à otimização do processo e ainda reutiliza, recicla ou vende resíduos, quando possível. Além de diminuir gastos, as empresas posicionam seus negócios num contexto de mercado mais moderno e competitivo, tornando seus ganhos econômicos e ambientais. Para fazer dar certo, o Sebrae dá 16 dicas.

1. Oferecer até três tipos de alimentos como prato principal. Mais do que isso as chances de sobras são grandes.

2. Planeje as compras dos alimentos privilegiando produtores locais, com um cardápio pré- definido que aproveite todos os insumos comprados. Selecione bem o seu fornecedor. Qualquer descuido pode representar até 70% de desperdício.

3. Padronize as receitas utilizando Fichas Técnicas de Preparação e controle o processo. Partes importantes do alimento podem ser perdidas pelo preparo incorreto. Uma limpeza mal feita de uma picanha pode gerar até 30% de desperdício da carne.

4. Identifique maneiras de aproveitar partes de alimentos que seriam descartados: aparas de carne e pedaços próximos aos ossos podem virar um caldo de carne natural e a casca do abacaxi um chá para servir de cortesia para os clientes; Aproveite os alimentos e insumos em sua totalidade, como os talos de algumas verduras ou cascas de frutas. Não esqueça de ter como base os requisitos de higiene e segurança alimentar da Anvisa, na RDC 216.

5. Armazene os alimentos de forma adequada e organizada. Deixe mais para frente os produtos que chegaram há mais tempo e estão com prazo de validade mais curto. Identifique rapidamente os produtos que estão próximos do fim do prazo de validade e procure utilizá-los em suas receitas ou oferecer promoções dos pratos onde são utilizados.

6. Estabeleça um sistema de controle de sobras de alimentos, pesando e registrando o que sobrou de comida a cada dia. Utilize essa informação para investigar o motivo das sobras e rever as quantidades das porções oferecidas.

7. Prefira tecnologias de preparo que reduzam gastos. Fritadeiras elétricas podem reduzir consumo de óleo em até 60%.

8. Tente também reduzir desperdício de produtos de limpeza. Coloque a louça suja numa bacia e, 10 minutos antes de lavá-las, deixe de molho com 20 litros de água, uma colher de sopa de cloro e outra de detergente. Isso vai facilitar a lavagem e irá reduzir o consumo de água.

9. Evite enxagues desnecessários na hora da limpeza.

10. Verifique a existência de vazamentos na sua empresa.

11. Adote equipamentos e tecnologias que economizam água, como torneiras com arejadores, acionamento eletrônico ou temporizador por pressão.

12. Reduza o consumo com o ar condicionado. Mantenha os filtros do ar condicionado limpos. Quando sujos eles impedem a circulação do ar, forçando o aparelho a trabalhar mais. Entradas e saídas do aparelho também precisam de atenção para não serem obstruídas por pó e sujeira. Quando o aparelho estiver ligado mantenha as portas e janelas bem fechadas para que o ar quente externo não entre. Instale cortinas de ar nas portas que ficam abertas.

13. Degele periodicamente os freezers e refrigeradores, pois o acúmulo de gelo gera maior gasto de energia. Mantenha-os afastados 15cm da parede e verifique as borrachas de vedação. Faça o controle da temperatura para conservar melhor os alimentos e também economizar energia.

14. Use termômetros inteligentes na cozinha.

15. Adote dispensers para aplicação de molhos e recheios ou de máquinas para abrir e fechar as massas.

16. No delivery, prefira embalagens ecológicas, retornáveis, econômicas, a granel ou em refil para produtos não químicos.

Fonte: Sebrae

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Menos pode ser mais

Uma grande tendência chegou a São Paulo: os hambúrgueres carimbados. Vários estabelecimentos de fast-food têm aderido a esse estilo, levando diversos clientes a consumirem esses produtos.

A proposta das hamburguerias se baseia no modelo de negócio fast casual: com cardápios enxutos, sem serviços de mesa e mais despojado. No lugar do garfo e da faca, o hambúrguer é consumido com as mãos. Em vez de garçons, o cliente ganha mais liberdade dentro do estabelecimento para fazer o seu pedido.

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Bullguer

O Bullguer é uma das hamburguerias mais conhecidas por esse tipo de abordagem em São Paulo, sendo uma das precursoras desse estilo no Brasil. Fundado em 2015, em Vila Nova Conceição, o estabelecimento ganhou uma nova loja, na Vila Madalena. De lá para cá, foram mais de 100 mil hambúrgueres vendidos, com filas cada vez maiores. O motivo? Um estilo diferenciado de fazer os pratos e atender os clientes.
A hamburgueria se posiciona contra a onda gourmet. Saem de cena talheres requintados, por exemplo, dando vez para um hambúrguer caprichado, cardápio menor e o sabor das receitas. As próprias receitas têm poucos ingredientes e atraem pela simplicidade oferecida.
Um dos grandes diferenciais é o carimbo feito no pão de hambúrguer, com a logomarca da Bullguer. Questionada sobre essa diferenciação, a empresa contou que o carimbo deixa os hambúrgueres mais personalizados. “A ideia de carimbá-los é para dar uma identidade aos nossos lanches e deixá-los 100% com a nossa personalidade. Além disso, o carimbo traz um sabor defumado ao pão, que faz bastante diferença no resultado final”, afirma Thiago Koch, chef de cozinha do Bullguer.
De acordo com Koch, o carimbo também tem uma relação direta com os consumidores. Ao se depararem com a marca, as pessoas se aproximam mais da Bullguer e reconhecem o prato como algo pertencente daquele lugar. Esse detalhe pode ser essencial para a escolha dos clientes.

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Como inspiração, a hamburgueria cita a Shake Shack, uma casa de lanches que aposta em bons ingredientes para se desenvolver no mercado, localizada nos Estados Unidos. “Como eles, temos a proposta de fazer lanches básicos, sem frescura e do tamanho ideal da fome. Também temos o desejo de expandir e abrir uma série de casas na cidade, como eles fizeram”, pontua o chef.
Os hambúrgueres carimbados têm ganhado adeptos em vários estabelecimentos. Segundo Koch, a ideia da marca nunca foi ir contra tendências, mas à forma de fazer lanches sofisticados demais. “Nós não gostamos especificamente da tendência de hamburguerias gourmets, que usam ingredientes de receitas de alta gastronomia em sanduíches para serem consumidos no dia a dia. Nossa proposta é ser bom, básico e barato. Para nós, o bom hambúrguer é aquele feito para ser comido com as mãos e matar a fome”, diz.
A marca aposta em pratos-chaves e com ingredientes básicos para ampliar a experiência gastronômica de quem passa pelo estabelecimento. Além dos hambúrgueres, são oferecidos dois tipos de sobremesa e um tipo de batata frita. A batata é temperada com páprica e o cliente pode degustar com a maionese feita pela casa.
A aposta no básico também se aplica na forma de apresentar os produtos aos clientes, sem tantos ajustes. “As sobremesas, assim como os lanches, são básicas, sem ingredientes gourmets. Valorizamos muito os sabores, sem pensar em frescuras de apresentação”, frisa Koch.
O cardápio aposta em oito opções de hambúrgueres, com carnes de 100gr, preparados sob uma técnica norte-americana: a smash burger, comum nos Estados Unidos. O tipo de carne utilizada é a black angus, grelhada em uma chapa moldada como uma bola.
A forma de produzir os hambúrgueres carrega um estilo mais alternativo, apostando na simplicidade para criar receitas. “Gostamos do básico, daquele sanduíche que leva um hambúrguer feito com um bom blend de carnes, queijo, salada e um ou outro complemento. Criamos nossas receitas novas a partir disso. O Sheik Cheddar, um dos lanches temporários do menu, que aparece apenas de vez em quando, leva, por exemplo, hambúrguer de 100g, cheddar, bacon e cebola caramelizada. É uma receita simples que valoriza os sabores de cada ingrediente”, finaliza o chef.
A Bullguer aposta na rapidez e em embalagens descartáveis para entregar seus hambúrgueres, com preço médio entre R$ 16 e R$ 22. A ideia do negócio surgiu da sociedade entre Alberto Abbondanza e Ricardo Santini, com Thiago Koch como chef, responsável pela elaboração dos pratos.

Shake Shack

O Shake Shack, inspiração para o Bullguer e para algumas das novas hamburguerias, tem modelo de negócio baseado no fast casual, com a proposta de levar pratos bem temperados e saborosos aos clientes, aliados ao bem-estar das pessoas, tudo isso de forma prática.
A marca possui hambúrgueres, cachorro-quente, cerveja, vinho, entre outros produtos. Fundado em 2014, o Shake Shack logo se expandiu para outros territórios nos Estados Unidos e internacionalmente, na Rússia, Japão, Coreia do Sul, Turquia, Emirados Árabes e Inglaterra. O crescimento da empresa serviu de inspiração para outras hamburguerias ao redor do mundo, principalmente por esse modelo diferenciado de atrair clientes.
Uma pesquisa realizada pelo site Market Realist, com as informações de oito restaurantes de fast casual, mostrou crescimento médio de 75% da Shake Shack. O levantamento também indicou o maior crescimento em vendas nas mesmas lojas no trimestre, em comparação às outras empresas. Questionada sobre esses números, a Shake Shack alegou que a alta é devido aos produtos inovadores oferecidos pela marca.
O crescimento do fast casual apresenta bons números, com aumento de 550% desde 1999, nos Estados Unidos. O Euromonitor também mostrou informações sobre esse segmento, com consumo norte-americano de US$ 21 bilhões em 2014.

Carimbo

A estratégia de utilizar carimbos para identificar seu sanduíche tem se espalhado pela cidade de São Paulo. Exemplo disso é o Raw Burger, inaugurado em novembro de 2015, em Vila Madalena, e o Dock Burger, no Tatuapé. Os estabelecimentos também usam a logomarca estampada no pão e afirmam ser uma ótima forma de propaganda, já que as redes sociais possuem, cada vez mais, fotos de comida.
De acordo com o site Sp Curiosos, a Lanchonete da Cidade também aderiu ao uso de carimbos, marcando apenas os hambúrgueres clássicos da marca. Camila Prado, gerente de marca, contou que o uso de carimbos deixa os pratos mais bonitos e charmosos.
A Stunt marcou um hambúrguer em comemoração ao primeiro aniversário da casa. Com uma receita intitulada de “Anniversary”, a hamburgueria colocou à disposição dos clientes, em março deste ano, uma receita diferenciada, com carimbo identificador.

Fonte: http://www.foodservicenews.com.br/menos-pode-ser-mais/

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Lançamento!!! Restaurante de Sucesso – 50 Estratégias para lucrar mais

Neste mais novo lançamento da GR Gestão de Restaurantes, O Curso “Restaurante de Sucesso. 50 Estratégias para lucras mais” aborda diversas estratégias utilizadas por restaurantes nas áreas de marketing, finanças, recursos humanos e energéticos que colaboram para torná-los empreendimentos bem sucedidos no mercado gastronômico.

A busca por um modelo de negócio que proporcione boa lucratividade é o sonho de todo empreendedor no mercado da gastronomia. Mas não é o modelo deste negócio que garantirá o seu sucesso, o que temos observado ao longo dos anos é que os restaurantes e  bares que possuem o foco nos pilares de uma boa administração têm obtido sucesso e estabilidade até mesmo em momentos de crise.

Seja no atendimento ao cliente, marketing, compras, recursos humanos ou no departamento financeiro; a atenção dispensada ao negócio deve ser constante e global, abrangendo todos os setores de um restaurante ou bar.

Descubra neste curso algumas estratégias que podem colaborar para o sucesso do seu empreendimento.

Este treinamento contém:

  •  Vídeo-aula com duração aproximada de 90min.
  •  Arquivos de apoio citados na video-aula
  •  Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

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Garanta frituras sempre saborosas

Oferecer aos clientes frituras sempre crocantes e saborosas exige um certo cuidado com o óleo e com a fritadeira. As frituras do seu restaurante não apresentam uma boa crocância ou um sabor duvidoso após a fritura? Problemas com transbordamento de gordura? Veja algumas dicas de como cuidar bem de sua fritadeira e de como utilizar óleo corretamente para garantir boas frituras.

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Antes da Fritura

– Em fritadeiras elétricas, cobrir a resistência com a gordura previamente líquida, antes de iniciar o aquecimento;
– Fritadeira não deve possuir partes de cobre ou ferro;
– Não posicionar o termostato na posição máxima;
– Escorrer o máximo possível a água dos alimentos, se possível enxugá-los;
– Em alimentos a milanesa, retirar o excesso de farinha de rosca;
– Com alimentos congelados, não deixar que descongelem, adicioná-los diretamente na fritadeira em porções menores para manter a temperatura de fritura;
– Regular o aquecimento, limpeza de bicos em fritadeiras a gás;
– Completar o nível de gordura na fritadeira;

 Durante a Fritura

– Não utilizar temperaturas superiores a 200ºC;
– A quantidade de alimentos adicionada não deve baixar a temperatura em 10°C e o sistema de aquecimento deve estar dimensionado para rápida recuperação da mesma;
– Remover os fragmentos dos alimentos, sempre que visível;
– Não utilizar utensílios de cobre ou ferro;
– Manter nível de gordura na fritadeira;
– Não misturar gordura com óleo;
– Não adicionar sal diretamente na fritadeira ou no cesto de fritura;
– Regular a temperatura da gordura para 60 – 70ºC, enquanto não estiver fritando.

Após Fritura

– Filtrar a gordura com filtro mecânico, ou pano de algodão. Não usar palha de aço ou outros materiais que contenham ferro ou cobre;
– Lavar a fritadeira diariamente com água e detergente. Enxaguar até eliminar resíduos de detergente. Efetuar a mesma recomendação para o sistema de filtragem;
– Abastecer fritadeira com gordura nova e a gordura usada para completar o nível.

Fonte: http://www.sogordura.com.br

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Desperdiçamos quase tanto quanto produzimos’, diz chef do melhor restaurante do mundo

Começou a funcionar na última terça-feira (9), o Refettorio Gastromotiva, na Lapa, no Rio, uma parceria do chef italiano Massimo Bottura e de David Hertz, fundador da organização que dá nome ao restaurante, que promove inclusão social por meio da gastronomia. Bottura está à frente da Osteria Francescana, em Módena, eleito o melhor restaurante do mundo pelo 50 Best.

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Decorado voluntariamente por artistas como Vik Muniz e os irmãos Campana, o local oferece 108 refeições por dia para moradores de rua, por meio de ONGs, durante a Rio-2016.

Inspirado nos moldes do Refettorio Ambrosiano, projeto que Bottura lançou na Expo Milão, no ano passado, no Rio os ingredientes usados na base dos cardápios são doados por supermercados e por uma grande distribuidora de frutas, verduras e legumes. Os pratos são feitos também voluntariamente, por chefs convidados, como o francês Alain Ducasse, Joan Roca (El Celler de Can Roca, Espanha) e Virgilio Martinéz (Central, Peru).

São paulo – Qual o papel do chef para criar uma cultura de diminuição de desperdício?
Massimo Bottura – Chefs hoje são influenciadores e, por isso, têm a responsabilidade de ajudar suas comunidades a crescer e se tornarem mais sustentáveis. Uma parte desse crescimento é a luta contra o desperdício e a fome. O Refettorio Ambrosiano atacou esse problema durante a Expo Milão [em 2015] e continua a alimentar centenas de pessoas sem teto. Também é um centro educativo para reunir a comunidade local.
Nós esperamos que o Refettorio Gastromotiva seja isso e mais. Alimentar, ensinar, aprender e compartilhar com a comunidade para criar melhor nutrição, mas também inclusão e bem-estar para aqueles que se sentem marginalizados.
Sempre incluímos em nossos projetos a colaboração de artistas, designers e arquitetos. A arte traz beleza, vida e cultura para a mesa. Cultivar isso é criar espaços convidativos e gerar bem-estar.
Este é um projeto cultural, não de caridade. E a cultura é realmente a parte mais importante e influente no futuro da comida. Sem cultura nós não sabemos quem somos, a nós perdemos nosso senso de identidade. Com cultura nós ganhamos conhecimento e consciência. E daí é apenas um passo até nos tornarmos socialmente responsáveis –para você, para sua família, sua empresa e sua comunidade. Afinal, nós estamos todos juntos nessa.

Qual é o potencial das sobras de comida em um restaurante?
O que nós estamos falando, na verdade, não é reusar, mas trabalhar com ingredientes que são frequentemente jogados fora, queimados ou descartados. Você não imagina quanta boa comida é jogada fora porque é feia ou porque passou do prazo de validade –um recipiente de ricota, por exemplo–, mas que está em perfeitas condições de preparo. Tantas vezes esses produtos são retirados das prateleiras e jogados fora quando eles poderiam ser doados a instituições de caridade. Frutas e vegetais feios podem ser tão deliciosos quanto os bonitos, e às vezes até mais –como é o caso da banana marrom (passada) que, quando usada apropriadamente, num sorvete ou num pão de banana, é ainda mais deliciosa.
É preciso tempo e imaginação, e isso é exatamente do que se trata esse projeto –não só alimentar as pessoas, mas mudar a percepção sobre comida.
Nós desperdiçamos quase tanta comida quanto produzimos. Se nós reduzirmos o desperdício, nós alimentamos mais gente. É matemática simples.

Close-up of a woman sweeping the leftovers from a meal into a garbage bin. The background is pure white.

Como gerar menos lixo e como gerenciar, de uma forma possível na vida real, o lixo gerado?
Toda cozinha tem sua própria maneira de trabalhar. A cozinha italiana é onde, tradicionalmente, pouquíssimas coisas são desperdiçadas. Isso se dá porque havia muita fome e pobreza antes das guerras. Toda parte de um animal é usada, todo parte de um vegetal e até ingredientes deixados para trás são usados. Nós praticamos isso na Osteria Francescana e tentamos ensinar chefs jovens a ter consciência do problema.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/

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Restaurante investe em produtos de marca própria para faturar R$ 20 milhões

Exemplo que inovação e senso de oportunidade são princípios indissociáveis no mundo dos negócios acontece no Rio de Janeiro, onde o dono de uma rede de restaurantes começa a ganhar relevância com sua linha de produtos gourmet de marca própria, toda ela comercializada em empórios e supermercados sofisticados pelo Brasil.

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Andre Paraizo é sócio do Restaurante Bazzar, com quatro unidades na Zona Sul do Rio. Ao notar que os clientes procuravam pelos molhos e coberturas servidas pelo estabelecimento para levarem para casa, tratou de suprir essa demanda em escala industrial. Investiu R$ 4 milhões na adaptação da cozinha da rede – que já nutria as quatro unidaeds em operação – garantiu a distribuição dos produtos no supermercado de um cliente fiel e, hoje, tem na iniciativa quase 20% da receita anual do Bazzar, que chegou perto de R$ 20 milhões em 2011.

“A gente sempre pensou em uma marca que pudesse trazer novos negócios. Assim concebemos o Bazzar. Hoje em dia, acreditamos que a operação de marcas própria tem potencial para, em pouco tempo, se tornar o nosso principal negócio”, afirma Paraizo, que abriu seu primeiro restaurante em Ipanema no ano de 1998.

Com 19 produtos, a linha Bazzar tem desde molhos a coberturas, fondue de chocolate e cafés. Recentemente, a empresa introduziu um portfólio de sobremesas prontas à linha. Até o final, estão previstas uma linha de sopas em vidro e de iogurtes.

“A gente já está presente em 320 pontos de venda no Brasil, com destaques para o Supermercado Zona Sul, no Rio, Pão de Açúcar e Casa Santa Luzia, em São Paulo”, destaca o empreendedor, que espera faturar com o negócio de marcas próprias R$ 4 milhões até o final do ano. “Nossa expectativa é continuar crescendo cerca de 30% ao ano até 2015”, afirma.

Fonte: http://pme.estadao.com.br/noticias/noticias,restaurante-investe-em-produtos-de-marca-propria-para-faturar-r-20-milhoes,2125,0.htm

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Formação de Preço de Venda para Restaurantes e Bares

Bem vindo ao treinamento sobre “Formação do preço de vendas para restaurantes e bares”. Muitos empresários ou futuros empreendedores apresentam certa dificuldade quando necessitam definir o preço de venda de seus produtos e serviços. Esta dificuldade está associada principalmente à falta de conhecimento das técnicas que devem ser utilizadas para precificar o produto. A consequência disto são produtos que não apresentam o preço de venda ideal para cobrir os custos diretos e indiretos do empreendimento e muito menos proporcionar uma boa margem de lucro. Em muitos casos podemos detectar até prejuízos. Podemos dizer que é com ter um cano de água vazando onde não podemos ver.

Neste treinamento vamos abordar as técnicas mais utilizadas e os fatores que podem influenciar na formação do preço de venda dos produtos do cardápio, tanto para restaurantes alla carte como para restaurantes self-service. Vamos compreender qual a relação entre o preço, o mercado consumidor e concorrência para encontrarmos um denominador comum ao precificarmos o nosso produto. Com exemplos práticos e uma metodologia de fácil entendimento no final deste treinamento você estará apto para precificar seus produtos com segurança

Este treinamento contém:
Vídeo-aula com duração aproximada de 35min.
Arquivos de apoio como pesquisa de mercado, avaliação de produto e calculo de buffet self-service.
Planilhas totalmente automatizadas, Os cálculos da planilha são realizados automaticamente
Tenha toda a comodidade de assistir à vídeo-aula em seu computador ou DVD quantas vezes desejar e como ótima ferramenta para treinar a equipe do seu restaurante.

Assista alguns trechos desta vídeo aula abaixo:

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Empresa faz sucesso com rodízio mexicano

A empresa Los Chicos, do ramo alimentício, resolveu diferenciar-se dos demais segmentos de alimentos e trouxe para o mercado capixaba o rodízio de comida mexicana. O serviço foi desenvolvido através de uma parceria do Programa Agente Locais de Inovação (ALI), do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae ES).

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Segundo o empresário Fernando Giovannotti Dorsch, o gosto pela culinária surgiu após ter dificuldades para cozinhar quando estava nos Estados Unidos. Em suas festas, Dorsch optava por fazer comida mexicana e, percebendo a aceitação dos amigos e familiares, decidiu trabalhar no setor oferecendo buffet.

Ele também criou um evento de rodízio de comida mexicana, para averiguar a aceitação dos clientes. O sucesso foi grande entre os clientes e atualmente o rodízio acontece todas as quartas-feiras. “O rodízio acaba sendo algo típico de churrascaria e restaurante japonês. O rodízio mexicano foi uma novidade que trouxemos para o Espírito Santo e acabou melhorando a circulação de pessoas no restaurante num dia atípico, em que muitos costumam procurar bares para assistir ao futebol”, conta.

Fonte: Revista PEGN

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